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114 Research products, page 1 of 12

  • COVID-19
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  • 2018-2022
  • uBibliorum Repositorio Digital DA UBI

10
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  • Open Access
    Authors: 
    Maria Miguel Barbosa; Constança Paúl; Laetitia Teixeira; Javier Yanguas; Rosa Marina Afonso;
    Publisher: Springer Science and Business Media LLC
    Country: Portugal

    Abstract During the pandemic, restrictive measures were implemented at Portuguese residential care facilities (PRCF), such as isolating residents and ceasing collective activities. It is important to understand how PRCF are implementing activities that allow residents to occupy their time and fight isolation. As such, we aim to analyze whether: 1. new activities were implemented for residents (identifying which were carried out); 2. occupation activities were provided to isolated residents in their rooms (identifying which were carried out); 3. the implementation of activities is associated with variables like the amount of staff. This is an exploratory, quantitative, and cross-sectional study. An online questionnaire was sent by email to 2325 PRCF and entities were asked to share it with their workers. The study was also divulged on social networks. Data collection occurred between July 8th and October 18th, 2020. The study had 784 staff members participating and 90.8% reported that new activities were implemented at their facilities, predominantly videocalls. Concerning isolated residents most respondents (64.4%) stated that providing activities was impossible. Results showed that those PRCF that expanded teams had a higher percentage of new activities and activities with residents isolated in bedrooms. These results are alarming because while residents should have had more resources to cope with the pandemic, higher risks of unoccupied time and isolation existed, a dramatic situation for its potentially harmful consequences. Focusing on sanitary issues (and less on older adults) may reinforce traditional care models that had shown negative impacts before the pandemic. This highlights the need to evolve the care paradigm during and beyond the pandemic at PRCF: with Person-Centered Care as an option.

  • Open Access English
    Authors: 
    Roque, Ana Filipa Marques;
    Country: Portugal

    The growing globalization defined by the union of the world market in economic and commercial terms inevitably fosters changes in the way companies are organized and increasingly drives companies to consider their development in the international sphere. Internationalization is nowadays a critical factor for the development of the economy. This process requires a deep knowledge of the different markets and this naturally implies changes and adaptations in companies and their operations. The need to obtain knowledge and information becomes vital, in order to assess the implementation of the strategy, and make the necessary adjustments to achieve the organization’s goals. It is in this sense that the Management Accounting and Control System (MACS) plays its role. In this sense, this research has as main objective to analyze the impact of the fit between Internationalization Strategy and MACS design and use on organizational performance. This research also aims to constitute a tool to help companies adjust their MACS to the development of the Internationalization Model (IM). Throughout this investigation, the construction of works that present the various concepts in a linked way was privileged. To date, no studies have been identified that relate the different models of internationalization and the configuration of MACS, which motivated the study about this adjustment between structure and strategy. Thus, in the first phase, a systematic review of the existing literature on internationalization was carried out, namely the models of internationalization, highlighting the main theories. In this research phase, the literature on the analysis of the MACS and the elements that characterize it were also approached, emphasizing how the information is used. That said, in a second phase, cases-studies were developed, that adopted different models of internationalization, and where the adjustment between the MACS and the model of internationalization adopted was analyzed. In a third phase, a comparative study was carried out between the 4 companies previously studied in order to verify whether the adjustment of the MACS is privileged in any specific internationalization model. Finally, in a fourth phase, a quantitative study in Portuguese family companies, in order to analyze the adjustment of the MACS to the IM, and also its impact on performance. In this study, and because the current epidemiological situation justifies it, the impact of the increased uncertainty caused by COVID-19 was also studied. This research in general terms is based on a mixed approach, since in qualitative terms four case studies were carried out, and also a comparative multiple case study whose data were worked with the NVIVO 12 Plus software, and in quantitative terms, a cross-sectional survey research study operated by questionnaires and whose data were handled through IBM SPSS Software. In terms of results, the comparative multiple case study reveals that there are differences in the use of MACS information according to the internationalization model adopted by multinational companies, showing that the internationalization model influences the MACS configuration. In the last study that addresses Portuguese family business, the results show that in terms of the style of use of information provided by MACS, on average, significantly more information is used for diagnostic purposes than interactive purposes. Diagnostic MACS systems are associated with formal systems used to monitor outcomes. Regarding the nature of the information provided by MACS, the results suggest that FB who adopt the IM Network Theory need more integrated information than aggregated information. The results also demonstrate that an adequate fit between IM and MACS, in terms of providing information to support performance evaluation decisions, has a significant impact on IP performance. A crescente globalização dos negócios fomenta inevitavelmente alterações na forma como as empresas se organizam e impulsiona cada vez mais as empresas a consideram o seu desenvolvimento na esfera internacional e a procurarem melhorar os seus padrões de desempenho. Este processo obriga a um profundo conhecimento dos diferentes mercados e isso implica naturalmente alterações e adaptações das empresas e das suas operações. A necessidade de obter conhecimento e informações torna-se vital, de forma a avaliar a implementação da estratégia, e proceder aos ajustes necessários para se alcançarem os objetivos. É nesse sentido que o Sistema de Contabilidade e Controlo de Gestão (SCCG) desempenha a sua função. Neste sentido esta investigação tem como objetivo central estudar a existência e o impacto de um ajustamento da estrutura organizacional, nomeadamente o Sistema de Contabilidade e Controlo de Gestão (SCCG), à estratégia de internacionalização, representada neste estudo pelo modelo de internacionalização, para um bom desempenho. O carater inovador deste estudo reside no facto de até à data não se terem identificado estudos que relacionem os diferentes modelos de internacionalização com a configuração e uso dos SCCG, facto que motivou este estudo. Pretende-se deste modo contribuir para a escassa literatura existente sobre o ajustamento entre a estratégia de internacionalização e a estrutura da organização. Numa primeira fase e dado que se procura estudar o ajustamento entre a estratégia e a estrutura, foi efetuada uma revisão sistemática da literatura existente sobre o processo de internacionalização, com o objetivo de se identificar quais eram os modelos de internacionalização mais adotados pelas empresas. Neste estudo concluiu-se que o processo de internacionalização é principalmente uma decisão estratégica, que pode ocorrer de várias formas (dando origem a vários modelos de internacionalização) e é influenciado por diversos fatores. Posto isto, foi de igual modo abordada a literatura em torno da análise da configuração e utilização do SCCG e dos elementos que o caraterizam. Foram analisadas diferentes dimensões do sistema e foi desenvolvido um framework teórico/conceptual de forma a fornecer uma visão mais abrangente do SCCG. Os resultados obtidos indicam que, para operacionalizar o conceito, se pode recorrer à forma como a informação fornecida pelo sistema é utilizada (função ativa do sistema) e caracterizada (função passiva do sistema), estabelecendo três categorias e seis dimensões diferentes. Este framework permite nos compreender como é que o SCCG se transforma num sistema fornecedor de informação, crucial para o desenvolvimento da estratégia da empresa. Numa segunda fase foram desenvolvidos diversos estudos empíricos, recorrendo-se para isso a uma abordagem metodológica mista que envolveu investigação qualitativa e quantitativa. Inicia-se esta segunda fase com o desenvolvimento de quatro estudos de caso em empresas Multinacionais de modo a estudar o ajustamento entre o SCCG e os diferentes modelos de internacionalização específicos. O 1º estudo de caso, foi desenvolvido numa empresa do sector industrial que adotou o Modelo de Internacionalização de Uppsala (U-Model). Neste estudo foi examinado o ajustamento do SCCG na implementação bem-sucedida do Modelo de Internacionalização de Uppsala (U-Model) e o impacto desse ajustamento na melhoria da performance do processo de internacionalização da empresa. Foi utilizada uma abordagem dinâmica e “inside-out”, e os dados foram recolhidos através de entrevistas e análise documental. Os resultados evidenciam um ajustamento do SCCG (ao nível da utilização da informação, das necessidades de informação e do apoio à tomada de decisão) em cada fase de desenvolvimento do U-Model. Este estudo contribui para que as empresas percebam como é que podem ajustar o seu SCCG de modo que ele seja usado adequadamente e forneça a informação necessária em cada fase do Processo de Internacionalização. O 2º estudo de caso foi desenvolvido numa empresa do setor de serviços que adotou o modelo de internacionalização I-Model. Aqui, foram utilizadas entrevistas e análise documental para a recolha dos dados. Este estudo de caso permitiu estudar como o uso do SCCG contribui para o sucesso da implementação da estratégia de internacionalização (através do modelo de internacionalização I-Model) e consecutivamente para a melhoria da performance do processo de internacionalização da empresa. Foi analisado o ajustamento entre a estratégia de internacionalização (I-Model) e a estrutura organizacional, representada pelo SCCG, de forma a compreender como o desenho do SCCG se ajusta à estratégia de internacionalização. Os resultados sugerem que no processo de internacionalização através do I-Model, o SCCG deve ser utilizado em todo o processo de forma diferenciada, permitindo um output de informação capaz de responder às necessidades da empresa. Conclui-se neste estudo que o SCCG não foi apenas uma ferramenta crucial para a implementação da estratégia de internacionalização da empresa, mas também a "moldou" e foi "moldado" por ela. Esses resultados contribuem para o escasso conhecimento sobre os SCCG e o seu ajustamento à estratégia, e permitiram demonstrar como é que uma utilização adequada do SCCG durante o processo de internacionalização pode melhorar a performance do processo de internacionalização da empresa. O 3º estudo de caso foi realizado numa empresa Born Global. Neste estudo procurou-se examinar o ajustamento entre a estrutura e a estratégia de internacionalização das empresas Born Global (BG), isto é, compreender como e em que medida o processo de internacionalização afeta o SCCG, e como este sistema contribui para uma implementação bem-sucedida do processo de internacionalização. Os dados foram recolhidos a partir da análise de documentos e da realização entrevistas. Os resultados do estudo sugerem que a existência de um SCCG ajustado às necessidades de informação de uma Born Global pode facilitar a implementação e o sucesso do processo de internacionalização. Em termos de contribuições, este estudo destaca a existência dos diversos papéis do SCCG (passivo e ativo) no modelo de internacionalização das empresas Born Global. Contribui também para realçar a importância de um SCCG dinâmico e bem estruturado para auxiliar empresas com características tecnologicamente desafiantes como as Born Global. O 4º estudo de caso foi realizado numa empresa do setor da saúde, que utiliza simultaneamente dois modelos distintos de internacionalização: Modelo de Internacionalização Network e o Modelo de Internacionalização Born Global. O objetivo do estudo foi perceber como o SCCG deve ser desenhado e utilizado para garantir um processo de internacionalização de sucesso. Os dados foram recolhidos através de entrevistas e outros documentos foram analisados através do software NVIVO 12 Plus. Os resultados obtidos mostram um uso diferenciado do SCCG ao longo do processo de internacionalização. Constata-se que o SCCG precisa ser ajustado, a fim de facilitar a implementação do processo de internacionalização, e pode ser usado de forma mais dinâmica e diferenciada de acordo com as necessidades de informação. Este estudo apresenta várias contribuições científicas. É um trabalho inovador na medida em que relaciona o SCCG com dois modelos de internacionalização específicos, destacando a existência de vários papéis do SCCG (passivo e ativo). Contribui para analisar as características da informação do SCCG e o tipo de decisões apoiadas pelos SCCG em cada modelo de internacionalização; e contribuiu para aumentar o conhecimento sobre a relação entre o SCCG e a - estratégia de Internacionalização das empresas. Em seguida realizou-se uma análise comparativa dos 4 estudos de caso realizados de modo a evidenciar similitudes e diferenças na configuração e uso do SCCG em função do modelo de internacionalização da empresa. Os dados foram recolhidos através de entrevistas semiestruturadas, relatórios internos, notícias e conteúdos de web-sites e foram analisados por meio do software NVIVO 12 Plus. Os resultados mostram que o modelo de internacionalização tem um impacto no SCCG, pois este é configurado de acordo com as necessidades do modelo. Este estudo contribui para uma compreensão mais profunda da relação entre modelos de internacionalização e os SCCG, constituindo uma ferramenta que ajudará as empresas a compreenderem como podem ajustar o seu SCCG em função do seu modelo de internacionalização. Este estudo apresenta ainda alguns contributos teóricos para a Teoria da Visão Baseada em Recursos e para a Teoria das Capacidades Dinâmicas. Por último foi desenvolvido um estudo quantitativo, de forma a analisar o ajustamento do SCCG ao modelo de internacionalização, e ainda o seu impacto na performance do processo de internacionalização das empresas familiares (FB). Neste estudo, e dado o atual cenário epidemiológico foi ainda estudado o impacto do aumento da incerteza provocada pela COVID-19. A recolha de dados foi efetuada através de um inquérito por questionário aplicado às empresas familiares portuguesas, tendo sido recolhidos 127 questionários devidamente preenchidos. Os dados obtidos foram tratados através do IBM SPSS software. Os resultados permitem confirmar que nas empresas familiares portuguesas predomina o U-Model e que o modelo de internacionalização afeta a configuração do SCCG, sendo estes resultados estatisticamente significativos. Para além disso, os resultados comprovam que estas empresas utilizam significativamente mais a informação do SCCG, para efeitos de diagnóstico do que de modo interativo. Por outro lado, verifica-se que as empresas que adotam o modelo de internacionalização de redes necessitam significativamente mais de informação integrada do SCCG do que de informação agregada. Este estudo contribuiu assim para uma melhor compreensão da relação entre os modelos de internacionalização e o SCCG no contexto das empresas familiares, e constituiu uma ferramenta para auxiliar estas empresas a ajustarem o seu SCCG ao seu modelo de internacionalização.

  • Open Access English
    Authors: 
    João M. Lopes; Sofia Gomes;
    Publisher: MDPI - Multidisciplinary Digital Publishing Institute
    Country: Portugal

    Online shopping has intensified in the last decade. The COVID-19 pandemic has imposed circulation limitations and more restrictive behaviors on consumers due to fears of contracting the virus, boosting online grocery shopping. This study aims to assess the relationship between the online food purchasing experience during the pandemic and the intention to purchase food online after the pandemic. The sample of this quantitative study is composed of 358 Portuguese consumers who carried out grocery shopping online during the pandemic and was collected through an online questionnaire. First, a cross-sectional description of the variables was applied to this sample and then an analytical cross-sectional survey was carried out using the partial least squares method. Due to health concerns, food and beverage consumption behaviors changed positively during the pandemic compared to before. Healthier consumer behavior towards food and beverages during the pandemic, compared to before the pandemic, may influence a greater propensity for online grocery shopping. Sociodemographic characteristics (age, education, income) were also determinants of the propensity to shop online during the pandemic. Specifically, the results of this study demonstrate a positive influence of young male consumers, with higher levels of education and income, regarding the online supermarket shopping experience. The results also demonstrate that a good online shopping experience during the pandemic can positively influence online shopping intentions after the pandemic. This study makes it possible to identify determinants of the online food shopping experience, serving as guidance and preparation for strategic marketing for retail grocery companies that wish to position themselves online. It also helps marketers and policymakers understand the potential influence of sociodemographic characteristics such as age, income, and education on building a relationship with consumers. Finally, the relationship between personal characteristics and the online grocery shopping experience requires further substantiation and this study contributes to this gap in the literature. info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access English
    Authors: 
    Maria Miguel Barbosa; Laetitia Teixeira; Constança Paúl; Javier Yanguas; Rosa Marina Afonso;
    Publisher: Multidisciplinary Digital Publishing Institute
    Country: Portugal

    Residential care facilities (RCF) for older people are facing high demands due to the COVID-19 pandemic. The aim of this study was to explore the workers’ perspectives on the changes in work and care dynamics amidst the first wave of the pandemic at Portuguese RCF. This is a descriptive, quantitative, and cross-sectional study. An online questionnaire about pandemic-induced changes in work and care dynamics was sent to 2325 RCF. These entities were then asked to share it with their workers. The participants (n = 784) were mostly women (92.7%) and mostly composed of technical directors (41.6%) and direct-care workers (17.1%). The respondents reported that during the first wave of the pandemic, when compared to the pre-pandemic period, there were greater difficulties in providing care related to the basic necessities of older people (52.7%); direct-care workers were required to work more consecutive hours in each shift (69.95%); direct-care workers had to live at RCF (14.8%), and there were changes concerning the possibility of promoting person-centered care (PCC) practices. It also revealed that focusing on disease prevention and sanitary measures alone facilitates practices that reinforce the traditional model of procedure-centered care and have negative consequences on the rights and well-being of those living and working at RCF, exposing and accentuating preexisting vulnerabilities. This study considers the pandemic’s serious implications and alarming questions about basic care, dignity, living, and working conditions at Portuguese RCF. These notions reinforce the need for change through redefining care policies and practices in Portuguese RCF beyond the pandemic. The current situation provides an opportunity to adopt a formal PCC model. Maria Miguel Barbosa received a PhD grant for Programa Doutoral em Gerontologia e Geriatria (PDGG, School of Medicine and Biomedical Sciences; University of Porto) from the Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) under grant SFRH/BD/138897/2018, financed by national funds from Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MTCES) and Fundo Social Europeu (FSE-EU) through the Programa Operacional Regional Centro (PORC-UE). The APC was funded by Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, School of Medicine and Biomedical Sciences, University of Porto. info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access English
    Authors: 
    Ramy Shaaban; Ramy Mohamed Ghazy; Fawzia Elsherif; Nancy Ali; Youssef Yakoub; Maged Osama Aly; Rony ElMakhzangy; Marwa Shawky Abdou; Bonny McKinna; Amira Mohamed Elzorkany; +23 more
    Publisher: MDPI
    Countries: Sweden, Sweden, Portugal

    Vaccine hesitancy is defined as a delayed in acceptance or refusal of vaccines despite availability of vaccination services. This multinational study examined user interaction with social media about COVID-19 vaccination. The study analyzed social media comments in 24 countries from five continents. In total, 5856 responses were analyzed; 83.5% of comments were from Facebook, while 16.5% were from Twitter. In Facebook, the overall vaccine acceptance was 40.3%; the lowest acceptance rates were evident in Jordan (8.5%), Oman (15.0%), Senegal (20.0%) and Morocco (20.7%) and the continental acceptance rate was the lowest in North America 22.6%. In Twitter, the overall acceptance rate was (41.5%); the lowest acceptance rate was found in Oman (14.3%), followed by USA (20.5%), and UK (23.3%) and the continental acceptance rate was the lowest in North America (20.5%), and Europe (29.7%). The differences in vaccine acceptance across countries and continents in Facebook and Twitter were statistically significant. Regarding the tone of the comments, in Facebook, countries that had the highest number of serious tone comments were Sweden (90.9%), United States (61.3%), and Thailand (58.8%). At continent level, serious comments were the highest in Asia (58.4%), followed by Africa (46.2%) and South America (46.2%). In twitter, the highest serious tone was reported in Egypt (72.2%) while at continental level, the highest proportion of serious comments was observed in Asia (59.7%), followed by Europe (46.5%). The differences in tone across countries and continents in Facebook and Twitter and were statistically significant. There was a significant association between the tone and the position of comments. We concluded that the overall vaccine acceptance in social media is relatively low and varied across the studied countries and continents consequently, more in-depth studies are required to address causes of such VH and combat infodemics. info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access Portuguese
    Authors: 
    Martins, A. Nuno; Fernandes, Miguel Santiago;
    Publisher: Universidade da Beira Interior
    Country: Portugal

    Enquadrada na dimensão humanitária da arquitectura, devo sublinhar-se a actualidade da relação que aqui se procura esclarecer entre arquitectura e a pandemia causada pelo vírus SARS-CoV 2. Pandemia que culminou num desastre biológico sem precedentes. Recordam-se os números de vítimas à data de 20 de Janeiro de 2022, a partir dos dados da Organização Mundial de Saúde: cerca de um milhão e meio de infectados e 19 mil mortos só em em Portugal, quase 300 milhões de contagiados e 5 milhões e meio de vítimas mortais em todo o mundo, entre as quais 18 mil profissionais de saúde (mais de 28 mil profissionais infectados em Portugal com várias dezenas de vítimas mortais). As perdas provocadas pela pandemia podem ser medidas a partir de vários indicadores. Um das que mais se tem falado na comunicação social, para além das insubstituíveis vidas humanas, é, naturalmente, o económico. Os sucessivos lockdowns, a paralisação forçada de empresas e serviços resultaram em déficits económicos nunca antes experimentados e muitos milhões de desempregados em muito curto espaço de tempo. Para evitar o colapso financeiro, os governos e organizações internacionais tomaram medidas drásticas, subsidiando famílias e agentes económicos mais severamente afectados. Os impactos da pandemia tem porém dimensões ocultas que a arquitectura não esconde, antes coloca em evidência, e que tem a ver com as restrições ao convívio, e em particular, ao contacto entre doentes hospitalizados, com maior ou menor gravidade, e seus familiares. Para ir directo ao assunto, a situação mais chocante é a que resulta da proibição de visitas em hospitais e residências de pessoas idosas: originou que as pessoas internadas com sintomas graves viessem a estar longos períodos em total isolamento e em muitos casos a falecer sem terem tido oportunidade de se despedir de seus entes queridos. Nem o posterior uso de vídeo-chamadas, através de equipamentos digitais móveis, para mitigar o impacto do distanciamento, conseguiu minimizar a tragédia que se instalou em famílias onde se abateu a fatídica doença. Por outro lado, os profissionais de saúde foram duramente sacrificados, sendo obrigados a trabalhar em unidades de saúde genéricas e que, ainda que esforçadamente adaptadas, revelavam-se impreparadas para evitar o contágio. Embora dispondo progressivamente de acessórios de proteção individual (luvas, viseiras, óculos e fardas), médicas, enfermeiras e e auxiliares sujeitaram-se a trabalhar em áreas comuns, pouco ventiladas, como se não estivessem a lidar com um vírus altamente contagioso, por contacto físico com objectos mas, sobretudo, como logo se percebeu, por via aérea-respiratória. O programa funcional da unidade de cuidados intensivos para a COVID-19 foi debatido e construído em conjunto com os alunos, num momento de tensão, com dúvidas quanto ao impacto da pandemia que vinha aí, e incertezas quanto ao sistema de aulas a adoptar pela universidade. Assim, aderindo de imediato às plataformas digitais de comunicação, tipo Zoom, fomos todos para casa pesquisar como podíamos dar um contributo para a resolução do problema. Sim, estávamos convictos que podíamos dar um contributo, pois se tinha a ver com transmissão aérea (de um vírus) tinha a ver com espaços, com sua arquitetura e sua ventilação. Enquanto nos adaptamos às aulas online, começámos por estudar a legislação para espaço hospitalares associados a doenças infecto-contagiosas . As páginas seguintes reúnem uma síntese de alguns dos trabalhos dos alunos bem como das intervenções dos convidados no webinar “Arquitectura Humanitária e COVID-19”, transformados pelos próprios em pequenos capítulos deste livro preocupadamente pedagógico. Espera-se que os diversos contributos disciplinares possam ser úteis para explorar ao nível do ensino a relação arquitetura e saúde. E que sirvam para o reforço desta relação, através de um diálogo entre saberes disciplinares. Saberes esses que a história da arquitectura e das doenças do foro respiratório, interceptadas na riquíssima experiência dos sanatórios para a tuberculose, bem como esta primeira abordagem multidisciplinar da pandemia que vivemos, demonstram serem convergentes. info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access
    Authors: 
    Arminda Paço; Marta Alves; Helena Alves;
    Publisher: Enpresa Institutua - Instituto de Economia Aplicada a la Empresa
    Country: Portugal

    The COVID-19 pandemic is expected to have a significant impact on most sharing economy activities, and at present, it is particularly challenging to achieve a consensual model to predict sharing economy behaviour. Based on empirical and theoretical premises established before the pandemic, we intend to explore the association between a set of psychosocial variables (i.e., cooperation, environmental awareness, past behaviour) and sharing economy behaviour, particularly the use of shared assets (i.e., cars and accommodation) during the COVID-19 pandemic. Furthermore, the present study analyses the mediating role of transformation expectations, as the decision to engage or not in sharing behaviour may be influenced by beliefs about the consequences of those actions from the user’s perspective. This study comprised a total of 596 participants. Data was collected through a self-administered questionnaire and was statistically analysed and interpreted using PLS 3.0. Structural Equation Modelling statistical software. Contrary to our predictions, the results show that cooperation negatively influenced the willingness to participate in sharing activities during the COVID-19 pandemic, that environmental awareness was not a significant predictor, and that past sharing behaviour has the strongest influence on the willingness to share during pandemic times. Finally, the mediating effect of transformation expectations was significant in both associations, i.e., pro-environmental consciousness and past sharing experiences, and the willingness to adopt sharing behaviour during COVID-19. Se espera que la pandemia de COVID-19 tenga un impacto importante en la mayoría de las actividades de la economía colaborativa, y en la actualidad, es particularmente difícil lograr un modelo consensual para predecir el comportamiento de la economía colaborativa. Sobre la base de premisas empíricas y teóricas establecidas antes de la pandemia, pretendemos explorar la asociación entre un conjunto de variables psicosociales (es decir, cooperación, consciencia ambiental, comportamiento pasado) y el comportamiento de la economía colaborativa, en particular el uso de activos compartidos (automóviles y alojamiento), durante la pandemia de COVID-19. Además, el presente estudio analiza el papel mediador de las expectativas de transformación, ya que la decisión de participar o no en el comportamiento de compartir puede estar influenciada por creencias sobre las consecuencias de esas acciones desde la perspectiva del usuario. Este estudio comprendió un total de 596 participantes. Los datos se recopilaron a través de un cuestionario autoadministrado y se analizaron e interpretaron estadísticamente utilizando el PLS 3.0., un software estadístico de modelación de ecuaciones estructurales. Contrariamente a nuestras predicciones, los resultados muestran que la cooperación influyó negativamente en la voluntad de participar en actividades compartidas durante la pandemia de COVID-19, que la conciencia ambiental no fue un predictor significativo y que el comportamiento de compartir en el pasado tiene la influencia más fuerte en la voluntad de compartir durante tiempos de pandemia. Finalmente, el efecto mediador de las expectativas de transformación fue significativo en ambas asociaciones, es decir, la conciencia proambiental y las experiencias pasadas de intercambio, y la disposición a adoptar un comportamiento de intercambio durante COVID-19. info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access English
    Authors: 
    Martins, Afonso Nuno; Fernandes, Miguel Santiago;
    Publisher: Building 4Humanity
    Country: Portugal

    Among our guest authors are academics from different disciplines and professional experience. From the psychologists Rosa Afonso and Margarida Lima, passing through the infectious disease specialist who lived through the pandemic in a hospital environment António Maio, to Isabel Calado, with her focus on visual culture, and finally to UBI professors Miguel Santiago Fernandes, an architect with vast professional and pedagogical experience. To hey all accepted the pioneering challenge of relating architecture and covid-19, thus embarking on this exploratory interdisciplinary journey. This academic experience and its main results necessarily reflect a still-hot view, with SARS-Cov 2 cases and deaths still on the rise in many countries. Still, it may be useful to keep the debate going. After having reached a promising control of the virus impacts, thanks to the massive vaccinations programs, it is about time to understand to what extent we, as a society, can do better regarding hospitals and healthcare unities’ infrastructures; and, accordingly, investigate, in between the intersection of complementary field of study and the very history and grounds of the architectural discipline, how the pandemic could permeate architecture info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access English
    Authors: 
    João M. Lopes; Márcio Oliveira; José Castro Oliveira; Sofia Gomes;
    Publisher: Multidisciplinary Digital Publishing Institute
    Country: Portugal

    The involvement of companies in different open innovation activities, through knowledge outputs and inputs, has become increasingly important for the success of companies. However, the existing literature on open innovation is scarce concerning the internationalization process of companies. The internationalization of companies is fundamental in the continuous search to increase the performance of companies externally. The objective of the present research is to explain the strategic processes in the internationalization of companies located in peripheral regions at the time of the COVID-19 pandemic from the perspective of dynamic capabilities. The sample used for this research is composed of seven Portuguese companies. The methodology of qualitative nature is exploratory and uses a case study approach. Regarding the foremost modes of operation in international markets and strategies, we find that (1) companies have partnerships with local distributors or appoint exclusive importers/distributors, and (2) companies prefer to place their products in the market through their brand, “co-branded” projects with retailers, or “private label” projects. Of the seven companies under study, six use a standardization strategy, and one opts for a configuration-coordination strategy. Our findings clarified the literature on export and internationalization strategies in a peripheral country, allowing a closer incept of the organizational and dynamic capabilities and an overview of the supporting tools these companies have to compete in the global market. Our study is original because few articles study the internationalization strategies of companies at the time of the COVID-19 pandemic and in peripheral regions of Europe. info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  • Open Access English
    Authors: 
    João M. Lopes; Sofia Gomes; Lassana Mané;
    Country: Portugal

    Background: The constraints imposed by the pandemic COVID-19 increased the risks of the disruption of supply chains, bringing new challenges to companies. These effects were felt more intensely in less-developed countries, which are highly dependent on imports of products and raw materials. This study aims to assess the impact of supply chain resilience in a less-developed country (Guinea-Bissau) using complex adaptive system theory. Methods: We used a qualitative methodology through multiple case studies. Semi-structured interviews were conducted with four companies. The semi-structured script contains questions about supply chain disruptions, vulnerabilities and resilience. Results: The main results show that the companies in Guinea-Bissau, due to their dependence on the outside world and the absence of formal, larger and more diversified supply chains, suffered serious consequences with the disruption imposed by the pandemic. It was also concluded that the more resilient the supply chain, the fewer the impacts of crisis events and that the resilience of companies at this level depends on their obtaining competitive advantages over their competitors. Conclusions: The main practical implications of this study are the need to formalize the supply chain, diversify the supply of services and products of companies dependent on the exterior, adopt metrics that allow for the early detection of situations of supply chain disruption, effectively manage stocks and promote proactive crisis resolution strategies. Studies on the impact of resilience on supply chains in crises are scarce, especially on companies located in underdeveloped countries. info:eu-repo/semantics/publishedVersion