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  • COVID-19
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  • 2017-2021
  • Conference object

10
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  • Open Access
    Authors: 
    Aylana Canto; Ana Helena da Silva Delfino Duarte;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Este artigo tem como objetivo compartilhar a atual pesquisa de mestrado vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Museologia da Universidade Federal da Bahia (PPGMuseu / UFBA) orientada pela Doutora Ana Helena da S. Duarte. Em nossa pesquisa investigamos a ação de mediação cultural proposta e realizada pelo Museu de Arte de São Paulo - MASP durante a pandemia COVID-19. Nas redes sociais, em especial no Instagram, este Museu intercambiou e instigou seu público a aprender, interagir e produzir com objetos de arte de seu acervo. Através de estratégias educacionais, consideramos a Abordagem Triangular e o Museu Educacional Online como alicerce deste seu percurso. A investigação persegue e explora as estratégias educacionais elaboradas e realizadas pelo MASP para o seu público no espaço virtual, ou seja, na modalidade online. As teorias que referenciam nossa base estão alicerçadas a partir de três eixos fundamentais: a Teoria Educacional de Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro), e sua influência no Museu da Educação Brasileira; a Abordagem Triangular, proposta por Ana Mae Barbosa (educadora, pioneira na arte-educação); e a Teoria Semiótica greimasiana (no estudo da relação entre planos de texto circunscritos através das línguas, proposta Algirdas Julien Greimas, e que possibilitou, no escopo desta pesquisa, a investigação dos textos). Combinados, estes eixos trazem à tona a análise da produção de sentido do público do MASP, por meio da Mediação Cultural em constante diálogo com o conceito de Museu Educacional Online (OEM) - proposto por Frieda Marti (Doutora em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - PROPED / UERJ). O procedimento metodológico da pesquisa é baseado na abordagem teórica e bibliográfica (instrumentalização teórica dos conceitos para a pesquisa) e na investigação analítica em um estudo de caso (a análise dos discursos da Mediação Cultural Online do MASP durante a pandemia). Como objetivo geral, busca-se estabelecer uma relação entre as ações educativas e as estratégias metodológicas em Mediação Cultural Online desenvolvidas pelo MASP, mediadas pela análise da produção feita para o público neste processo, assumido a ação no virtual como contribuição para o Museu da Educação Brasileira no contexto da pandemia e isolamento social – durante o período de março de 2020 a agosto de 2021. Para tanto, nosso problema de pesquisa é pensar o Museu da Educação na pandemia. Nosso caminho é, portanto, no sentido de refletir e criar um ambiente saudável para debater o Museu da Educação no contexto de pandemia e isolamento social no Brasil.

  • Open Access
    Authors: 
    Lara D. Balaminutti; Rachel Zuanon;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    A presente investigação centra-se na abordagem do design sensorial aplicado ao ensino-aprendizagem do desenho artístico. O design sensorial é subsidiado pelo método VER ALÉM [1-4], que se baseia em estudos de neurociência cognitiva-comportamental e neuroeducação para desenvolver e aplicar recursos didático-pedagógicos e didático-andragógicos voltados ao ensino e aprendizagem do design por alunos com e sem deficiência visual. Na abordagem do design sensorial, a prática do desenho é entendida como um elemento intrínseco aos mecanismos mentais do ser humano, e que atua na sua evolução sensório-motora, cognitiva e comportamental. Isso porque, por meio das linhas, texturas, cores e outros elementos composicionais presentes na prática do desenho, é possível elaborar ou expressar afetos e materializar emoções, sensações e pensamentos, que são vivenciados na mente e vivenciados no corpo como um todo. A partir deste entendimento, a aproximação entre os campos do desenho artístico e da neurociência cognitivo-comportamental é natural. No âmbito do ensino superior, especificamente nas artes visuais, a cooperação entre as áreas do desenho, neurociências e neuroeducação mostra-se capaz de dotar os educadores de práticas pedagógicas que contribuam para a formação de artistas contemporâneos, nomeadamente no que se refere à realização de expressão de projetos poético-artísticos e autorais. As atividades desenvolvidas a partir da abordagem prática do design sensorial procuram questionar o protagonismo da visão, sensibilizando e valorizando os outros sentidos. Neste processo, ouvir, degustar, cheirar e tocar também ganham destaque na formação das imagens mentais, ao contrário de outros métodos de ensino-aprendizagem, em que esse protagonismo se concentra apenas na visão. A abordagem do design sensorial é desenvolvida no contexto do ensino superior em artes visuais e aplicada nas disciplinas de Desenho Artístico I e II, que fazem parte da grade curricular do curso de graduação em artes visuais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), desde 2019. Através de estímulos somatossensoriais e sensório-motores dos alunos, as aulas abordam diversos eixos temáticos fundamentais para o campo da prática do desenho artístico, que estão na base da maioria dos programas de ensino de desenho artístico no Brasil — por exemplo: linha, contorno e preenchimento, figura e fundo, movimento e ritmo. A partir dessa estimulação global dos sentidos, os alunos são encorajados a expandir seus limites perceptivos e seus processos criativos, enquanto expandem seus repertórios sensoriais. Além disso, a abordagem do design sensorial corrobora a ruptura com padrões composicionais visuais preestabelecidos e, consequentemente, o alcance de uma expressividade poético-artística autoral. É importante destacar que no período anterior à pandemia de COVID-19, todas as atividades realizadas com os alunos ocorriam em contexto de educação presencial. Com a pandemia já desencadeada, tais atividades foram adaptadas para a educação a distância, a fim de preservar suas características originais, principalmente no que se refere a garantir a aplicação da estimulação somatossensorial e sensório-motora nos alunos. A experiência adquirida durante este processo de adaptação metodológica (da aprendizagem presencial à aprendizagem on-line) tem indicado contribuições relevantes para o incremento da abordagem do design sensorial no contexto pós-pandêmico, incluindo a possibilidade da sua aplicação também através de um modelo híbrido (face-educação presencial e a distância).

  • Open Access
    Authors: 
    NaiÁ CÂmara;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    As mudanças que a era digital trouxe nas práticas comunicativas produzidas sob a lógica transmídia permitem a estruturação de textos cada vez mais complexos, produzidos por “arquenunciações” abertas, polifônicas, simultâneas, aceleradas e híbridas, que se expandem em diferentes gêneros, formatos, linguagens e mídias, determinando novos formas de produção, recepção e circulação de conteúdos. Novas éticas e estéticas moldam as produções culturais em todas as esferas, especialmente na área do entretenimento e das artes. A realidade virtual, os metaversos, entre outras modificações, exigem novas competências e habilidades comunicativas, novos letramentos. Além disso, a era da COVID-19 inseriu os processos e práticas de formação profissional no ecossistema digital da Internet, exigindo também de seus atores novos regimes de interação com as práticas educacionais que surgem neste contexto. As plataformas digitais passam a mediar as relações desses atores com o conhecimento, configurando novos modos de vida para o aluno. Com o objetivo de identificar as características do perfil desses alunos e como eles se relacionam com essas práticas educacionais emergentes, estamos desenvolvendo um projeto intitulado “Alfabetização transmídia na era da plataforma de educação”, cujo objetivo é identificar e analisar o letramento transmídia produzido e circulado por alunos matriculados em cursos de qualificação profissional e inseridos em práticas educativas mediadas por tecnologias digitais. Entendemos a alfabetização transmídia como uma competência comunicativa realizada no universo da convergência cultural e midiática da era digital e como proposta teórico-metodológica de pesquisa, ensino e aprendizagem de práticas comunicativas transmídia de leitura, interpretação, produção e divulgação de textos. Esta proposta fundamenta-se em relações transdisciplinares, a partir de relações transversais entre os pressupostos da área da Comunicação Social e da Linguística e da Semiótica discursiva. Insere-se em um contexto de convergência cultural e transmídia, para o qual os sujeitos migram suas práticas sociais de forma cada vez mais acelerada. Partindo do pressuposto de que os problemas de letramento impactam diretamente nos processos de ensino e aprendizagem de alunos em processos de formação profissional, propomos realizar um estudo comparativo entre as competências de letramento de alunos em práticas educativas mediadas pelas plataformas digitais da educação formal e seu cotidiano de letramento produzido nos espaços digitais por onde transitam. Objetivamos identificar os regimes de interação, tipos e graus de letramento e, portanto, a relação dos alunos com os saberes oferecidos pelas instituições, considerando, com Castells (2007), que existe um grande distanciamento cultural e tecnológico entre a juventude de hoje e o sistema escolar, que não evoluiu junto com a sociedade e o ambiente digital. Assim, pretende-se que os resultados desta pesquisa tenham impacto direto nas práticas educacionais formais, oferecendo dados e uma proposta metodológica que permitam às instituições e professores adaptarem suas práticas ao perfil de seus alunos, melhorando sua relação com os processos e práticas de ensino e aprendizagem, garantindo, assim, a excelência nos processos e práticas de formação profissional nas áreas da arte e do design.

  • Authors: 
    Barilée B. Baridam; Ezekiel Uzor Okike;
    Publisher: Infonomics Society
  • Publication . Conference object . 2021
    Authors: 
    Emily Reeves; Alistair Fyfe; Christina McIntyre;
    Publisher: Infonomics Society
  • Open Access
    Authors: 
    Mark Bradford;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Desde 2016 he estado aplicando el “marco BeWeDō®” como un nuevo método dentro de la amplia rúbrica del Design Thinking. La investigación de diseño orientada a la práctica está inspirada en el arte marcial japonés de Aikidō y, literalmente, crea un espacio para que las personas se muevan, física, mental y socialmente, para explorar un tema y luego dar los primeros pasos para llevar la conversación a la acción con ideas incorporadas. Para estructurar las posibilidades co-creativas de la ideación encarnada, BeWeDō adapta el ejercicio de movimiento de Aikidō “tai no henko” para que las personas trabajen en parejas conectándose entre sí por la muñeca y muevan sus cuerpos (comunicándose tanto en el plano físico como mentalA través de sentir el movimiento de su pareja) en posiciones más deseables. El enfoque involucra técnicas de armonía, donde la comunicación como actividad cooperativa trasciende al individuo; más bien, es una capacidad colectiva generada en las relaciones e interacciones entre las personas. Cuando ofreces tu mano y tu pareja te toca la muñeca usando tai no henko, es uno de los aspectos más efectivos de la práctica BeWeDō, ya que brinda una experiencia multisensorial convincente sobre cómo las personas pueden conectarse dinámicamente y co-crear posibilidades con movimiento. La conexión a través del movimiento y el toque físico ligero y no intrusivo amplifica la comunicación de ideas, facilita la confianza y crea vínculos entre las personas. BeWeDō había obtenido reconocimiento internacional hasta que la pandemia del COVID-19 puso al mundo patas arriba en enero de 2020 y, de repente, el “contacto humano” podía poner en peligro la salud de otra persona. El COVID-19 borró la línea entre los espacios físicos y virtuales para siempre. Si bien las interfaces de videollamadas como Zoom han permitido que las personas se conecten positivamente y fomenten un sentido de unión durante la pandemia de formas que hubieran sido imposibles hace solo unos años, la desventaja es que la experiencia actual también puede tener un impacto negativo en la atención, colaboración y creatividad. ¿Cómo podríamos seguir ofreciendo a las personas una experiencia física psicológicamente segura, como un proceso orientado a la práctica para estructurar la ideación encarnada? En respuesta a la pandemia, he utilizado un enfoque de etnografía visual para conectar mis experiencias prácticas de campo, personales y participativas. La investigación empleó todos mis sentidos para crear, realizar y representar el conocimiento como parte del proceso de reflexión crítica sobre cómo la experiencia BeWeDō existente podría evolucionar y navegar por la interdependencia sensual del cuerpo, la mente y el entorno en un contexto pandémico. El estudio confirmó que el enfoque BeWeDō podría adaptarse rápidamente para ofrecer: (1) prácticas “sin contacto” y (2) “socialmente distanciadas”. Además, uno de los hallazgos más importantes que surgen de este estudio es el desarrollo de una práctica experimental “virtual” (3) lanzada durante la conferencia DRS2020. Virtual BeWeDō es un prototipo de interfaz gestual y basada en el movimiento que coordina el movimiento virtual dinámico utilizando el enfoque BeWeDō como catalizador para hacer conexiones: una respuesta transdisciplinaria única que permite a las personas mantener, avanzar y generar colaboraciones digitales continuas ahora y después pandemia.

  • Open Access
    Authors: 
    Rachel Zuanon; Barbara Faria;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Esta pesquisa baseia-se na cooperação entre as áreas de Arquitetura e Neurociências Cognitivas e Comportamentais, apoiada, principalmente, no conceito de Ambientes e Produtos Homeodinâmicos [1]. Analisa a ação do paisagismo sobre o ser humano, visando a homeostase biológica. As Neurociências Cognitivas e Comportamentais oferecem evidências concretas de que o caráter e a qualidade dos ambientes exercem uma influência mensurável sobre os cérebros humanos [2], uma vez que a Neurociência Cognitiva aborda as complexas capacidades mentais do indivíduo, como autoconsciência e memória, e a Neurociência Comportamental investiga as estruturas neurais que produzem comportamentos e outros fenômenos psicológicos, como emoções [3]. Assim, o espaço construído — como mediador da relação entre corpo e ambiente — pode alterar a disposição fisiológica do corpo humano e, portanto, influenciar os estados emocionais [4]. Tais mudanças podem ser verificadas em ambientes hospitalares, onde o espaço deve ser orientado para apoiar a recuperação, tratamento ou reabilitação e oferecer condições saudáveis para garantir o bem-estar e manutenção do equilíbrio interno do corpo humano. Políticas de humanização para projetos hospitalares, como o “Humaniza SUS” (2003), enfocam as necessidades globais do indivíduo, o que implica uma abordagem transdisciplinar e tem diretrizes voltadas ao bem-estar e ao envolvimento saudável entre corpo e meio ambiente. Estudos relacionados à humanização da arquitetura [5, 6] apresentam contribuições consistentes a respeito de elementos e estratégias de design. Neste cenário, destacam-se técnicas que valorizam elementos naturais, como a luz solar e a vegetação. Isto reforça a relação benéfica e intrínseca entre o ser humano e a Natureza, proposta pela teoria da “Biofilia” [7]. Esta conexão inerente oferece uma plataforma eficaz para a regulação interna do corpo humano, especialmente quando ele está desequilibrado. Nesta perspectiva, esta pesquisa enfoca as contribuições do projeto paisagístico para o equilíbrio homeodinâmico do corpo das profissionais de enfermagem do Centro de Atenção Integral à Mulher [CAISM-UNICAMP]. Baseia-se na intensidade das cargas diárias — físicas e mentais — que enfrentam durante longos períodos de exposição em ambientes hospitalares, com os impactos adicionais da pandemia de COVID-19. A revisão da literatura aponta estudos que abordam os interesses desta pesquisa. Porém, a maioria deles advém apenas do campo do conhecimento em saúde. Além disso, faltam fontes de pesquisa em língua portuguesa sobre o tema deste estudo. Além disso, a relevância desta pesquisa reside também em suas contribuições para recomendações de projetos paisagísticos que integram parâmetros específicos do clima, dos espécimes e da cultura brasileira, uma vez que o escopo disponível na literatura não atende às características mencionadas. A abordagem metodológica desta investigação inclui a revisão da literatura; pesquisa de campo; a aplicação de um protocolo experimental; a análise, interpretação e sistematização dos dados coletados; bem como a elaboração de diretrizes de projeto de paisagismo visando a homeostase biológica de profissionais de enfermagem em cenários de pandemia e pós-pandemia.

  • Publication . Conference object . Part of book or chapter of book . 2021
    Open Access English
    Authors: 
    John Amoah; Abdul Bashiru Jibril; Victor Kwarteng Owusu; Michael A. Odei; Felicia Naatu;
    Publisher: Sciendo
    Country: Czech Republic

    Unfortunately, the COVID-19 pandemic has disrupted the business environment worldwide mainly through the shift from physical to virtual (e-business) interaction. Yet, innovative ideas keep emerging out of this calamity. In this respect, this article aims to provide a rudimentary framework to understand business prospects that could arise through recognizing the changes in the business environment as a result of the pandemic. In doing so, we reviewed and conceptualized scanty works that are connected to the current research theme together with few interviews from business owners. We found that the COVID-19 pandemic has not only done harm to the business environment, but it led to a swift positive transformation (future business prospects) to both companies and customers. Major business prospects identified in the research study include - (1) Technology adoption and innovation, (2) Innovative marketing, and (3) Improved hygienic conditions in the business environment. The study, therefore, encourages business owners and practitioners to intensify the integration of technology to revamp their service delivery strategies. In other words, firms are recommended to engage in technological investment for their continuity and growth in the medium to long term. Tomas Bata University in Zlin [IGA/FaME/2021/005, IGA/FaME/2020/002]

  • Open Access
    Authors: 
    Gabriel Cardoso; Rafael Costa; Ronnie Paskin; Rejane Spitz;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    VRestaurant es una instalación de arte electrónico, diseño, gastronomía y multisensorialidad. Su objetivo es explorar de forma creativa el potencial de la realidad virtual (RV) para debatir cuestiones relacionadas con la alimentación saludable y la sostenibilidad. En este proyecto, vinculamos la investigación académica, vinculada al Laboratorio de Arte Electrónico de la PUC-Rio, con prácticas de desarrollo de proyectos de diseño para lograr, a través de la experimentación, un resultado innovador que contribuya a cambiar el comportamiento de las personas en relación al futuro de la alimentación en el planeta. Para ello, buscamos concepciones de experiencias en RV, así como metodologías de “enseñanza-aprendizaje” (ALVES, 2008) en Diseño. En la metodología utilizamos la investigación teórica, de campo, el brainstorming, el desarrollo técnico-artístico y las pruebas. Trabajamos en formato cíclico, donde cada paso es evaluado y validado en reuniones. En estas reuniones sincrónicas discutimos ideas y planteamos las siguientes actividades. En el campo conceptual, nos preguntamos: ¿En 2050 seremos capaces de alimentar a 10 mil millones de personas de forma saludable y no dañina para el planeta? Los seres humanos producen alimentos a una escala que ha afectado la estabilidad climática y los diversos ecosistemas. La conversión de bosques en pastizales perjudica la migración de aves y altera los períodos de lluvia y siembra. Además, los alimentos producidos suelen tener un valor nutricional bajo, lo que conduce a dietas poco saludables, provocando desnutrición y obesidad. Por lo tanto, a través de la conciencia, el compromiso y la emoción, brindamos a los participantes una reflexión que fomentará cambios en el comportamiento individual, que pueden generar cambios sociales más amplios. En el campo del Diseño, exploramos aspectos de la ealidad virtual como la inmersión, la interactividad, la multisensorialidad y el sentido de presencia. Cada una de estas áreas es capaz de producir reacciones emocionales en los seres humanos. La sensación de que estamos viviendo un entorno desconocido puede ser una experiencia placentera y emocionante para algunos y difícil para otros. Sin embargo, estas sensaciones agregadas a la tecnología de realidad virtual son invariablemente fuertes e impactantes. Con las restricciones sanitarias impuestas por el Sars-Cov-2, la mayoría de las actividades iban dirigidas a nuestros hogares y debían adaptarse a una realidad mediada por pantallas. Las tecnologías inmersivas permiten estar en contacto con otras personas, haciendo que las actividades agotadoras, como mirar una pantalla, sean más agradables. Las posibilidades interactivas de esta tecnología también proporcionan una mayor colaboración en el desarrollo de tareas. Estos potenciales aliados a la comunicación remota fueron los puntos rectores de VRestaurant. El equipo de desarrollo es multidisciplinario, compuesto por profesores, estudiantes de posgrado, licenciados, profesionales del diseño, gastronomía, artes, derecho, arquitectura y cine. Esta multiplicidad de perfiles, antecedentes y edades proporciona un rico intercambio de conocimientos, asegurándose de que cada área sea tratada por aquellos que tienen la experiencia o que demuestran interés en profundizar, incluso sin experiencia previa. En nuestros procesos, adaptamos el universo tridimensional de los cascos VR a través de representaciones esquemáticas, storyboards, videos, animaciones, presentaciones de diapositivas y documentos de texto, siempre compartidos de manera que todos puedan analizar y dar su opinión. Este enfoque, que prioriza las relaciones horizontales (FREIRE, 1987), ha generado un vasto repositorio teórico, experimental y práctico, además de un entorno de desarrollo creativo y estimulante.

  • Open Access
    Authors: 
    Clarice Delllape; Rachel Zuanon;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Esta investigación parte de la producción teórica y poético-artística sobre el tema “Arquitectura hostil”, que comprende elementos y prácticas urbanas que restringen la permanencia de los individuos en el espacio público, como púas metálicas en muros o cantos rodados debajo de los viaductos. La razón por la que estos elementos se colocan en el espacio público está relacionada con la seguridad y sirven para inhibir comportamientos sociales indeseables, aunque promueven el miedo y, como consecuencia, dejan espacios abandonados en la ciudad que se vuelven susceptibles a la violencia. Este fenómeno afecta principalmente a la población sin hogar, pero también afecta a repartidores, personas con baja movilidad, familias con hijos, entre otras dinámicas urbanas. Al limitar el refugio urbano, estos elementos y prácticas urbanas hostiles actúan como estímulos agresivos que perturban el equilibrio del organismo humano y se intensifican con los agravios socioeconómicos intensamente desencadenados por la pandemia de COVID-19. El enfoque inicial de este estudio es la región central de São Paulo (la ciudad más grande de Brasil y la más afectada por la pandemia, con el mayor número de casos y muertes) y se propone un sesgo crítico de tales prácticas, especialmente en cuanto a sus impactos sobre la homeostasis biológica de los usuarios de esta región. Por tanto, la investigación se basa en la cooperación entre los campos de la Arquitectura y las Neurociencias Cognitivas y del Comportamiento, especialmente en el concepto de Entornos y Productos Homeodinámicos. La metodología de investigación comprende un enfoque transdisciplinario e involucra cuatro etapas principales de desarrollo: [a] revisión de la literatura bajo el tema Arquitectura Hostil; [b] articulación teórica entre el tema propuesto y los conceptos de Neurociencias Cognitivas y Conductuales, especialmente desde la perspectiva del concepto de homeostasis biológica; [c] investigación de campo orientada a la observación, registro, análisis e interpretación del comportamiento de los usuarios ante los estímulos provocados por elementos/prácticas urbanas hostiles, así como la aplicación de entrevistas no estructuradas con el público referido, para conocer cómo tales elementos afectan sus estados físicos y mentales durante el contexto de la pandemia. El material resultante de estos análisis es la base para el concepto y el desarrollo de las obras de arte producidas por el artista-autor; y [d] concepción y desarrollo de una propuesta poético-artística físico-digital. La propuesta poético-artística se produce a partir de dos enfoques articulados: el primero es una plataforma digital para el mapeo colectivo de elementos arquitectónicos hostiles en territorio brasileño, así como para la discusión y divulgación científica sobre el tema arquitectura hostil, a través de textos y publicaciones en redes sociales. De esta forma, todo el material recopilado se organiza en un mapa interactivo con fotos y sus ubicaciones. La plataforma amplía las perspectivas críticas y fomenta la reflexión sobre la arquitectura hostil a través de la deriva y la acción fotográfica. El segundo enfoque comprende la práctica poética del autor-artista, elaborada como dibujos, collages, objetos tridimensionales y arte digital. Se basa en su inmersión en cada etapa de desarrollo de la investigación mencionada anteriormente, que tiene como objetivo presentar y discutir nuevas posibilidades de presencia y experiencia urbana en contextos pandémicos y pospandémicos.

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    Authors: 
    Aylana Canto; Ana Helena da Silva Delfino Duarte;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Este artigo tem como objetivo compartilhar a atual pesquisa de mestrado vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Museologia da Universidade Federal da Bahia (PPGMuseu / UFBA) orientada pela Doutora Ana Helena da S. Duarte. Em nossa pesquisa investigamos a ação de mediação cultural proposta e realizada pelo Museu de Arte de São Paulo - MASP durante a pandemia COVID-19. Nas redes sociais, em especial no Instagram, este Museu intercambiou e instigou seu público a aprender, interagir e produzir com objetos de arte de seu acervo. Através de estratégias educacionais, consideramos a Abordagem Triangular e o Museu Educacional Online como alicerce deste seu percurso. A investigação persegue e explora as estratégias educacionais elaboradas e realizadas pelo MASP para o seu público no espaço virtual, ou seja, na modalidade online. As teorias que referenciam nossa base estão alicerçadas a partir de três eixos fundamentais: a Teoria Educacional de Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro), e sua influência no Museu da Educação Brasileira; a Abordagem Triangular, proposta por Ana Mae Barbosa (educadora, pioneira na arte-educação); e a Teoria Semiótica greimasiana (no estudo da relação entre planos de texto circunscritos através das línguas, proposta Algirdas Julien Greimas, e que possibilitou, no escopo desta pesquisa, a investigação dos textos). Combinados, estes eixos trazem à tona a análise da produção de sentido do público do MASP, por meio da Mediação Cultural em constante diálogo com o conceito de Museu Educacional Online (OEM) - proposto por Frieda Marti (Doutora em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - PROPED / UERJ). O procedimento metodológico da pesquisa é baseado na abordagem teórica e bibliográfica (instrumentalização teórica dos conceitos para a pesquisa) e na investigação analítica em um estudo de caso (a análise dos discursos da Mediação Cultural Online do MASP durante a pandemia). Como objetivo geral, busca-se estabelecer uma relação entre as ações educativas e as estratégias metodológicas em Mediação Cultural Online desenvolvidas pelo MASP, mediadas pela análise da produção feita para o público neste processo, assumido a ação no virtual como contribuição para o Museu da Educação Brasileira no contexto da pandemia e isolamento social – durante o período de março de 2020 a agosto de 2021. Para tanto, nosso problema de pesquisa é pensar o Museu da Educação na pandemia. Nosso caminho é, portanto, no sentido de refletir e criar um ambiente saudável para debater o Museu da Educação no contexto de pandemia e isolamento social no Brasil.

  • Open Access
    Authors: 
    Lara D. Balaminutti; Rachel Zuanon;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    A presente investigação centra-se na abordagem do design sensorial aplicado ao ensino-aprendizagem do desenho artístico. O design sensorial é subsidiado pelo método VER ALÉM [1-4], que se baseia em estudos de neurociência cognitiva-comportamental e neuroeducação para desenvolver e aplicar recursos didático-pedagógicos e didático-andragógicos voltados ao ensino e aprendizagem do design por alunos com e sem deficiência visual. Na abordagem do design sensorial, a prática do desenho é entendida como um elemento intrínseco aos mecanismos mentais do ser humano, e que atua na sua evolução sensório-motora, cognitiva e comportamental. Isso porque, por meio das linhas, texturas, cores e outros elementos composicionais presentes na prática do desenho, é possível elaborar ou expressar afetos e materializar emoções, sensações e pensamentos, que são vivenciados na mente e vivenciados no corpo como um todo. A partir deste entendimento, a aproximação entre os campos do desenho artístico e da neurociência cognitivo-comportamental é natural. No âmbito do ensino superior, especificamente nas artes visuais, a cooperação entre as áreas do desenho, neurociências e neuroeducação mostra-se capaz de dotar os educadores de práticas pedagógicas que contribuam para a formação de artistas contemporâneos, nomeadamente no que se refere à realização de expressão de projetos poético-artísticos e autorais. As atividades desenvolvidas a partir da abordagem prática do design sensorial procuram questionar o protagonismo da visão, sensibilizando e valorizando os outros sentidos. Neste processo, ouvir, degustar, cheirar e tocar também ganham destaque na formação das imagens mentais, ao contrário de outros métodos de ensino-aprendizagem, em que esse protagonismo se concentra apenas na visão. A abordagem do design sensorial é desenvolvida no contexto do ensino superior em artes visuais e aplicada nas disciplinas de Desenho Artístico I e II, que fazem parte da grade curricular do curso de graduação em artes visuais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), desde 2019. Através de estímulos somatossensoriais e sensório-motores dos alunos, as aulas abordam diversos eixos temáticos fundamentais para o campo da prática do desenho artístico, que estão na base da maioria dos programas de ensino de desenho artístico no Brasil — por exemplo: linha, contorno e preenchimento, figura e fundo, movimento e ritmo. A partir dessa estimulação global dos sentidos, os alunos são encorajados a expandir seus limites perceptivos e seus processos criativos, enquanto expandem seus repertórios sensoriais. Além disso, a abordagem do design sensorial corrobora a ruptura com padrões composicionais visuais preestabelecidos e, consequentemente, o alcance de uma expressividade poético-artística autoral. É importante destacar que no período anterior à pandemia de COVID-19, todas as atividades realizadas com os alunos ocorriam em contexto de educação presencial. Com a pandemia já desencadeada, tais atividades foram adaptadas para a educação a distância, a fim de preservar suas características originais, principalmente no que se refere a garantir a aplicação da estimulação somatossensorial e sensório-motora nos alunos. A experiência adquirida durante este processo de adaptação metodológica (da aprendizagem presencial à aprendizagem on-line) tem indicado contribuições relevantes para o incremento da abordagem do design sensorial no contexto pós-pandêmico, incluindo a possibilidade da sua aplicação também através de um modelo híbrido (face-educação presencial e a distância).

  • Open Access
    Authors: 
    NaiÁ CÂmara;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    As mudanças que a era digital trouxe nas práticas comunicativas produzidas sob a lógica transmídia permitem a estruturação de textos cada vez mais complexos, produzidos por “arquenunciações” abertas, polifônicas, simultâneas, aceleradas e híbridas, que se expandem em diferentes gêneros, formatos, linguagens e mídias, determinando novos formas de produção, recepção e circulação de conteúdos. Novas éticas e estéticas moldam as produções culturais em todas as esferas, especialmente na área do entretenimento e das artes. A realidade virtual, os metaversos, entre outras modificações, exigem novas competências e habilidades comunicativas, novos letramentos. Além disso, a era da COVID-19 inseriu os processos e práticas de formação profissional no ecossistema digital da Internet, exigindo também de seus atores novos regimes de interação com as práticas educacionais que surgem neste contexto. As plataformas digitais passam a mediar as relações desses atores com o conhecimento, configurando novos modos de vida para o aluno. Com o objetivo de identificar as características do perfil desses alunos e como eles se relacionam com essas práticas educacionais emergentes, estamos desenvolvendo um projeto intitulado “Alfabetização transmídia na era da plataforma de educação”, cujo objetivo é identificar e analisar o letramento transmídia produzido e circulado por alunos matriculados em cursos de qualificação profissional e inseridos em práticas educativas mediadas por tecnologias digitais. Entendemos a alfabetização transmídia como uma competência comunicativa realizada no universo da convergência cultural e midiática da era digital e como proposta teórico-metodológica de pesquisa, ensino e aprendizagem de práticas comunicativas transmídia de leitura, interpretação, produção e divulgação de textos. Esta proposta fundamenta-se em relações transdisciplinares, a partir de relações transversais entre os pressupostos da área da Comunicação Social e da Linguística e da Semiótica discursiva. Insere-se em um contexto de convergência cultural e transmídia, para o qual os sujeitos migram suas práticas sociais de forma cada vez mais acelerada. Partindo do pressuposto de que os problemas de letramento impactam diretamente nos processos de ensino e aprendizagem de alunos em processos de formação profissional, propomos realizar um estudo comparativo entre as competências de letramento de alunos em práticas educativas mediadas pelas plataformas digitais da educação formal e seu cotidiano de letramento produzido nos espaços digitais por onde transitam. Objetivamos identificar os regimes de interação, tipos e graus de letramento e, portanto, a relação dos alunos com os saberes oferecidos pelas instituições, considerando, com Castells (2007), que existe um grande distanciamento cultural e tecnológico entre a juventude de hoje e o sistema escolar, que não evoluiu junto com a sociedade e o ambiente digital. Assim, pretende-se que os resultados desta pesquisa tenham impacto direto nas práticas educacionais formais, oferecendo dados e uma proposta metodológica que permitam às instituições e professores adaptarem suas práticas ao perfil de seus alunos, melhorando sua relação com os processos e práticas de ensino e aprendizagem, garantindo, assim, a excelência nos processos e práticas de formação profissional nas áreas da arte e do design.

  • Authors: 
    Barilée B. Baridam; Ezekiel Uzor Okike;
    Publisher: Infonomics Society
  • Publication . Conference object . 2021
    Authors: 
    Emily Reeves; Alistair Fyfe; Christina McIntyre;
    Publisher: Infonomics Society
  • Open Access
    Authors: 
    Mark Bradford;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Desde 2016 he estado aplicando el “marco BeWeDō®” como un nuevo método dentro de la amplia rúbrica del Design Thinking. La investigación de diseño orientada a la práctica está inspirada en el arte marcial japonés de Aikidō y, literalmente, crea un espacio para que las personas se muevan, física, mental y socialmente, para explorar un tema y luego dar los primeros pasos para llevar la conversación a la acción con ideas incorporadas. Para estructurar las posibilidades co-creativas de la ideación encarnada, BeWeDō adapta el ejercicio de movimiento de Aikidō “tai no henko” para que las personas trabajen en parejas conectándose entre sí por la muñeca y muevan sus cuerpos (comunicándose tanto en el plano físico como mentalA través de sentir el movimiento de su pareja) en posiciones más deseables. El enfoque involucra técnicas de armonía, donde la comunicación como actividad cooperativa trasciende al individuo; más bien, es una capacidad colectiva generada en las relaciones e interacciones entre las personas. Cuando ofreces tu mano y tu pareja te toca la muñeca usando tai no henko, es uno de los aspectos más efectivos de la práctica BeWeDō, ya que brinda una experiencia multisensorial convincente sobre cómo las personas pueden conectarse dinámicamente y co-crear posibilidades con movimiento. La conexión a través del movimiento y el toque físico ligero y no intrusivo amplifica la comunicación de ideas, facilita la confianza y crea vínculos entre las personas. BeWeDō había obtenido reconocimiento internacional hasta que la pandemia del COVID-19 puso al mundo patas arriba en enero de 2020 y, de repente, el “contacto humano” podía poner en peligro la salud de otra persona. El COVID-19 borró la línea entre los espacios físicos y virtuales para siempre. Si bien las interfaces de videollamadas como Zoom han permitido que las personas se conecten positivamente y fomenten un sentido de unión durante la pandemia de formas que hubieran sido imposibles hace solo unos años, la desventaja es que la experiencia actual también puede tener un impacto negativo en la atención, colaboración y creatividad. ¿Cómo podríamos seguir ofreciendo a las personas una experiencia física psicológicamente segura, como un proceso orientado a la práctica para estructurar la ideación encarnada? En respuesta a la pandemia, he utilizado un enfoque de etnografía visual para conectar mis experiencias prácticas de campo, personales y participativas. La investigación empleó todos mis sentidos para crear, realizar y representar el conocimiento como parte del proceso de reflexión crítica sobre cómo la experiencia BeWeDō existente podría evolucionar y navegar por la interdependencia sensual del cuerpo, la mente y el entorno en un contexto pandémico. El estudio confirmó que el enfoque BeWeDō podría adaptarse rápidamente para ofrecer: (1) prácticas “sin contacto” y (2) “socialmente distanciadas”. Además, uno de los hallazgos más importantes que surgen de este estudio es el desarrollo de una práctica experimental “virtual” (3) lanzada durante la conferencia DRS2020. Virtual BeWeDō es un prototipo de interfaz gestual y basada en el movimiento que coordina el movimiento virtual dinámico utilizando el enfoque BeWeDō como catalizador para hacer conexiones: una respuesta transdisciplinaria única que permite a las personas mantener, avanzar y generar colaboraciones digitales continuas ahora y después pandemia.

  • Open Access
    Authors: 
    Rachel Zuanon; Barbara Faria;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Esta pesquisa baseia-se na cooperação entre as áreas de Arquitetura e Neurociências Cognitivas e Comportamentais, apoiada, principalmente, no conceito de Ambientes e Produtos Homeodinâmicos [1]. Analisa a ação do paisagismo sobre o ser humano, visando a homeostase biológica. As Neurociências Cognitivas e Comportamentais oferecem evidências concretas de que o caráter e a qualidade dos ambientes exercem uma influência mensurável sobre os cérebros humanos [2], uma vez que a Neurociência Cognitiva aborda as complexas capacidades mentais do indivíduo, como autoconsciência e memória, e a Neurociência Comportamental investiga as estruturas neurais que produzem comportamentos e outros fenômenos psicológicos, como emoções [3]. Assim, o espaço construído — como mediador da relação entre corpo e ambiente — pode alterar a disposição fisiológica do corpo humano e, portanto, influenciar os estados emocionais [4]. Tais mudanças podem ser verificadas em ambientes hospitalares, onde o espaço deve ser orientado para apoiar a recuperação, tratamento ou reabilitação e oferecer condições saudáveis para garantir o bem-estar e manutenção do equilíbrio interno do corpo humano. Políticas de humanização para projetos hospitalares, como o “Humaniza SUS” (2003), enfocam as necessidades globais do indivíduo, o que implica uma abordagem transdisciplinar e tem diretrizes voltadas ao bem-estar e ao envolvimento saudável entre corpo e meio ambiente. Estudos relacionados à humanização da arquitetura [5, 6] apresentam contribuições consistentes a respeito de elementos e estratégias de design. Neste cenário, destacam-se técnicas que valorizam elementos naturais, como a luz solar e a vegetação. Isto reforça a relação benéfica e intrínseca entre o ser humano e a Natureza, proposta pela teoria da “Biofilia” [7]. Esta conexão inerente oferece uma plataforma eficaz para a regulação interna do corpo humano, especialmente quando ele está desequilibrado. Nesta perspectiva, esta pesquisa enfoca as contribuições do projeto paisagístico para o equilíbrio homeodinâmico do corpo das profissionais de enfermagem do Centro de Atenção Integral à Mulher [CAISM-UNICAMP]. Baseia-se na intensidade das cargas diárias — físicas e mentais — que enfrentam durante longos períodos de exposição em ambientes hospitalares, com os impactos adicionais da pandemia de COVID-19. A revisão da literatura aponta estudos que abordam os interesses desta pesquisa. Porém, a maioria deles advém apenas do campo do conhecimento em saúde. Além disso, faltam fontes de pesquisa em língua portuguesa sobre o tema deste estudo. Além disso, a relevância desta pesquisa reside também em suas contribuições para recomendações de projetos paisagísticos que integram parâmetros específicos do clima, dos espécimes e da cultura brasileira, uma vez que o escopo disponível na literatura não atende às características mencionadas. A abordagem metodológica desta investigação inclui a revisão da literatura; pesquisa de campo; a aplicação de um protocolo experimental; a análise, interpretação e sistematização dos dados coletados; bem como a elaboração de diretrizes de projeto de paisagismo visando a homeostase biológica de profissionais de enfermagem em cenários de pandemia e pós-pandemia.

  • Publication . Conference object . Part of book or chapter of book . 2021
    Open Access English
    Authors: 
    John Amoah; Abdul Bashiru Jibril; Victor Kwarteng Owusu; Michael A. Odei; Felicia Naatu;
    Publisher: Sciendo
    Country: Czech Republic

    Unfortunately, the COVID-19 pandemic has disrupted the business environment worldwide mainly through the shift from physical to virtual (e-business) interaction. Yet, innovative ideas keep emerging out of this calamity. In this respect, this article aims to provide a rudimentary framework to understand business prospects that could arise through recognizing the changes in the business environment as a result of the pandemic. In doing so, we reviewed and conceptualized scanty works that are connected to the current research theme together with few interviews from business owners. We found that the COVID-19 pandemic has not only done harm to the business environment, but it led to a swift positive transformation (future business prospects) to both companies and customers. Major business prospects identified in the research study include - (1) Technology adoption and innovation, (2) Innovative marketing, and (3) Improved hygienic conditions in the business environment. The study, therefore, encourages business owners and practitioners to intensify the integration of technology to revamp their service delivery strategies. In other words, firms are recommended to engage in technological investment for their continuity and growth in the medium to long term. Tomas Bata University in Zlin [IGA/FaME/2021/005, IGA/FaME/2020/002]

  • Open Access
    Authors: 
    Gabriel Cardoso; Rafael Costa; Ronnie Paskin; Rejane Spitz;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    VRestaurant es una instalación de arte electrónico, diseño, gastronomía y multisensorialidad. Su objetivo es explorar de forma creativa el potencial de la realidad virtual (RV) para debatir cuestiones relacionadas con la alimentación saludable y la sostenibilidad. En este proyecto, vinculamos la investigación académica, vinculada al Laboratorio de Arte Electrónico de la PUC-Rio, con prácticas de desarrollo de proyectos de diseño para lograr, a través de la experimentación, un resultado innovador que contribuya a cambiar el comportamiento de las personas en relación al futuro de la alimentación en el planeta. Para ello, buscamos concepciones de experiencias en RV, así como metodologías de “enseñanza-aprendizaje” (ALVES, 2008) en Diseño. En la metodología utilizamos la investigación teórica, de campo, el brainstorming, el desarrollo técnico-artístico y las pruebas. Trabajamos en formato cíclico, donde cada paso es evaluado y validado en reuniones. En estas reuniones sincrónicas discutimos ideas y planteamos las siguientes actividades. En el campo conceptual, nos preguntamos: ¿En 2050 seremos capaces de alimentar a 10 mil millones de personas de forma saludable y no dañina para el planeta? Los seres humanos producen alimentos a una escala que ha afectado la estabilidad climática y los diversos ecosistemas. La conversión de bosques en pastizales perjudica la migración de aves y altera los períodos de lluvia y siembra. Además, los alimentos producidos suelen tener un valor nutricional bajo, lo que conduce a dietas poco saludables, provocando desnutrición y obesidad. Por lo tanto, a través de la conciencia, el compromiso y la emoción, brindamos a los participantes una reflexión que fomentará cambios en el comportamiento individual, que pueden generar cambios sociales más amplios. En el campo del Diseño, exploramos aspectos de la ealidad virtual como la inmersión, la interactividad, la multisensorialidad y el sentido de presencia. Cada una de estas áreas es capaz de producir reacciones emocionales en los seres humanos. La sensación de que estamos viviendo un entorno desconocido puede ser una experiencia placentera y emocionante para algunos y difícil para otros. Sin embargo, estas sensaciones agregadas a la tecnología de realidad virtual son invariablemente fuertes e impactantes. Con las restricciones sanitarias impuestas por el Sars-Cov-2, la mayoría de las actividades iban dirigidas a nuestros hogares y debían adaptarse a una realidad mediada por pantallas. Las tecnologías inmersivas permiten estar en contacto con otras personas, haciendo que las actividades agotadoras, como mirar una pantalla, sean más agradables. Las posibilidades interactivas de esta tecnología también proporcionan una mayor colaboración en el desarrollo de tareas. Estos potenciales aliados a la comunicación remota fueron los puntos rectores de VRestaurant. El equipo de desarrollo es multidisciplinario, compuesto por profesores, estudiantes de posgrado, licenciados, profesionales del diseño, gastronomía, artes, derecho, arquitectura y cine. Esta multiplicidad de perfiles, antecedentes y edades proporciona un rico intercambio de conocimientos, asegurándose de que cada área sea tratada por aquellos que tienen la experiencia o que demuestran interés en profundizar, incluso sin experiencia previa. En nuestros procesos, adaptamos el universo tridimensional de los cascos VR a través de representaciones esquemáticas, storyboards, videos, animaciones, presentaciones de diapositivas y documentos de texto, siempre compartidos de manera que todos puedan analizar y dar su opinión. Este enfoque, que prioriza las relaciones horizontales (FREIRE, 1987), ha generado un vasto repositorio teórico, experimental y práctico, además de un entorno de desarrollo creativo y estimulante.

  • Open Access
    Authors: 
    Clarice Delllape; Rachel Zuanon;
    Publisher: Tuwhera Open Access

    Esta investigación parte de la producción teórica y poético-artística sobre el tema “Arquitectura hostil”, que comprende elementos y prácticas urbanas que restringen la permanencia de los individuos en el espacio público, como púas metálicas en muros o cantos rodados debajo de los viaductos. La razón por la que estos elementos se colocan en el espacio público está relacionada con la seguridad y sirven para inhibir comportamientos sociales indeseables, aunque promueven el miedo y, como consecuencia, dejan espacios abandonados en la ciudad que se vuelven susceptibles a la violencia. Este fenómeno afecta principalmente a la población sin hogar, pero también afecta a repartidores, personas con baja movilidad, familias con hijos, entre otras dinámicas urbanas. Al limitar el refugio urbano, estos elementos y prácticas urbanas hostiles actúan como estímulos agresivos que perturban el equilibrio del organismo humano y se intensifican con los agravios socioeconómicos intensamente desencadenados por la pandemia de COVID-19. El enfoque inicial de este estudio es la región central de São Paulo (la ciudad más grande de Brasil y la más afectada por la pandemia, con el mayor número de casos y muertes) y se propone un sesgo crítico de tales prácticas, especialmente en cuanto a sus impactos sobre la homeostasis biológica de los usuarios de esta región. Por tanto, la investigación se basa en la cooperación entre los campos de la Arquitectura y las Neurociencias Cognitivas y del Comportamiento, especialmente en el concepto de Entornos y Productos Homeodinámicos. La metodología de investigación comprende un enfoque transdisciplinario e involucra cuatro etapas principales de desarrollo: [a] revisión de la literatura bajo el tema Arquitectura Hostil; [b] articulación teórica entre el tema propuesto y los conceptos de Neurociencias Cognitivas y Conductuales, especialmente desde la perspectiva del concepto de homeostasis biológica; [c] investigación de campo orientada a la observación, registro, análisis e interpretación del comportamiento de los usuarios ante los estímulos provocados por elementos/prácticas urbanas hostiles, así como la aplicación de entrevistas no estructuradas con el público referido, para conocer cómo tales elementos afectan sus estados físicos y mentales durante el contexto de la pandemia. El material resultante de estos análisis es la base para el concepto y el desarrollo de las obras de arte producidas por el artista-autor; y [d] concepción y desarrollo de una propuesta poético-artística físico-digital. La propuesta poético-artística se produce a partir de dos enfoques articulados: el primero es una plataforma digital para el mapeo colectivo de elementos arquitectónicos hostiles en territorio brasileño, así como para la discusión y divulgación científica sobre el tema arquitectura hostil, a través de textos y publicaciones en redes sociales. De esta forma, todo el material recopilado se organiza en un mapa interactivo con fotos y sus ubicaciones. La plataforma amplía las perspectivas críticas y fomenta la reflexión sobre la arquitectura hostil a través de la deriva y la acción fotográfica. El segundo enfoque comprende la práctica poética del autor-artista, elaborada como dibujos, collages, objetos tridimensionales y arte digital. Se basa en su inmersión en cada etapa de desarrollo de la investigación mencionada anteriormente, que tiene como objetivo presentar y discutir nuevas posibilidades de presencia y experiencia urbana en contextos pandémicos y pospandémicos.