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1,062 Research products, page 1 of 107

  • COVID-19
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10
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  • Open Access Portuguese
    Authors: 
    Pereira, Rui Pedro Gomes; Cunha, Juliana Cascão Muniz Guedes Pinto;
    Country: Portugal

    INTRODUÇÃO: O ensino clínico em contexto de unidades de saúde familiar propicia aos estudantes o contato com enfermeiros de família, profissionais que detêm enorme proximidade com as famílias, conhecendo as suas trajetórias e transições. O vínculo, a empatia, a confiança e o respeito mútuo são indispensáveis para um relacionamento interpessoal que permita construir uma relação terapêutica eficaz. O cenário pandémico condicionou a interação entre enfermeiros e famílias, tornando-se necessário compreender quais os desafios, respostas e adaptações que emergiram desta nova realidade. OBJECTIVOS: O presente trabalho tem como o objetivo geral identificar as vivências do enfermeiro de família no seu dia-a-dia de trabalho no contexto da pandemia Covid-19, e como objetivos específicos, descrever e analisar as vivências do EF e o seu relacionamento com as famílias que acompanha face ao contexto pandémico. Nesta medida foram identificadas as respostas, perceções e experiências relatadas por parte dos profissionais face aos constrangimentos e limitações do exercício profissional aportados pelo quadro atual. METODOLOGIA: Optou-se por uma metodologia qualitativa que permitisse identificar descrever e compreender as vivências dos enfermeiros no que tange aos sentimentos experienciados durante o contexto da pandemia. O trabalho foi desenvolvido numa Unidade de Saúde Familiar (USF) situada num concelho urbano do norte de Portugal. Foi utilizada uma amostra composta por quatro EF que exercem funções nesta USF (Modelo B). A seleção da amostra baseou-se nos critérios de inclusão: a) ser enfermeiro de família; b) ter mais de 2 anos de exercício na unidade de saúde; c) disponibilidade para participar voluntariamente no estudo. A recolha de dados foi efetuada através de uma entrevista baseada num guião semiestruturado. Foi ainda elaborado um termo de consentimento livre e informado assinado pelos participantes do estudo, sendo garantido o anonimato e confidencialidade dos dados recolhidos. A análise dos dados foi realizada segundo Bardin (2011). Inicialmente foram transcritas as entrevistas após codificação, realizaram-se várias leituras das mesmas e estabeleceram-se conceitos-chave a partir das ideias que foram expressas. O período para recolha de dados foi janeiro de 2021. RESULTADOS: Participaram três enfermeiras e um enfermeiro com idades entre 36 e 50 anos, todos casados. Dois especialistas em Enfermagem de Saúde Comunitária na área de Saúde Familiar e dois com o grau de Mestre. O tempo médio de exercício profissional é de 21 anos, 14 como EF na USF. Das entrevistas emergiram as categorias: a) experiências vivenciadas e b) a comunicação interpessoal. Destacaram-se as subcategorias: medo, incerteza, insegurança, tristeza, impotência, ansiedade e cansaço que representam sentimentos negativos expressados pelos enfermeiros. Destacaram-se também as subcategorias resiliência e união da equipa como sentimentos positivos. Quanto à subcategoria organização de trabalho, os principais fatores mencionados foram: reestruturação da organização do trabalho, tempo de duração das consultas, horários, colaborações extra USF e alterações do planeamento e da acessibilidade aos cuidados por parte dos clientes e famílias. Também a comunicação interpessoal com os clientes e famílias sofreu alterações significativas no contexto pandémico, nomeadamente a comunicação terapêutica devido ao uso de EPI e aos contactos não presenciais / domiciliários. Foram estabelecidas e implementadas novas estratégias de comunicação: verbal, não verbal e à distância (digital e móvel). CONCLUSÕES: No que se refere à prática de enfermagem de família, a pandemia originou consequências significativas. Os EF relataram que tiveram de se readaptar a fim de dar resposta às necessidades dos clientes e famílias. Estes expressaram sentimentos negativos sobretudo aquando da fase inicial da pandemia, e positivos, já numa fase tardia. Contudo, o maior impacto vivenciado foi na comunicação interpessoal e relação terapêutica, nomeadamente a comunicação não verbal que foi condicionada pelo uso de máscaras e demais EPI.

  • Open Access
    Authors: 
    Gonzalez, Filipe André; Ângelo-Dias, Miguel; Martins, Catarina; Gomes, Rui; Bacariza, Jacobo; Fernandes, Antero; Borrego, Luís Miguel;
    Publisher: MDPI AG
    Country: Portugal

    Funding Information: Type of funding sources: Foundation—015_595935779—Foundation for Science and Technology (FCT), in collaboration with the Agency for Clinical Research and Biomedical Innovation (AICIB) opened special funding, “RESEARCH 4 COVID-19”, to R&D projects and initiatives that respond to the needs of the National Health Service (SNS) as a response to this and future pandemics in a very short time Horizon. Project: “Early recognition of cardiac injury associated with COVID-19 and clinical outcomes”. Background: We aimed to explore immune parameters in COVID-19 patients admitted to the intensive care unit (ICU) to identify distinctive features in patients with cardiac injury. Methods: A total of 30 COVID-19 patients >18 years admitted to the ICU were studied on days D1, D3 and D7 after admission. Cardiac function was assessed using speckle-tracking echocardiography (STE). Peripheral blood immunophenotyping, cardiac (pro-BNP; troponin) and inflammatory biomarkers were simultaneously evaluated. Results: Cardiac dysfunction (DYS) was detected by STE in 73% of patients: 40% left ventricle (LV) systolic dysfunction, 60% LV diastolic dysfunction, 37% right ventricle systolic dysfunction. High-sensitivity cardiac troponin (hs-cTn) was detectable in 43.3% of the patients with a median value of 13.00 ng/L. There were no significant differences between DYS and nDYS patients regarding mortality, organ dysfunction, cardiac (including hs-cTn) or inflammatory biomarkers. Patients with DYS showed persistently lower lymphocyte counts (median 896 [661–1837] cells/µL vs. 2141 [924–3306] cells/µL, p = 0.058), activated CD3 (median 85 [66–170] cells/µL vs. 186 [142–259] cells/µL, p = 0.047) and CD4 T cells (median 33 [28–40] cells/µL vs. 63 [48–79] cells/µL, p = 0.005), and higher effector memory T cells (TEM) at baseline (CD4%: 10.9 [6.4–19.2] vs. 5.9 [4.2–12.8], p = 0.025; CD8%: 15.7 [7.9–22.8] vs. 8.1 [7.7–13.7], p = 0.035; CD8 counts: 40 cells/µL [17–61] vs. 10 cells/µL [7–17], p = 0.011) than patients without cardiac dysfunction. Conclusion: Our study suggests an association between the immunological trait and cardiac dysfunction in severe COVID-19 patients. publishersversion published

  • Publication . Other literature type . Part of book or chapter of book . 2020
    Open Access
    Authors: 
    Albertino Gonçalves;
    Publisher: UMinho Editora
    Country: Portugal

    [Excerto] Uma epidemia global, abrupta, sem termo. O vírus não se vê, não se ouve, nem se toca, mas apodera-se de nós. Contamina a um ritmo letal de que a vida não tem memória. Apóstolos da ciência, o desconhecimento desarma-nos. A vacina e a cura encobrem-se num nevoeiro sebastiânico. O poder está em estado de alerta e a sociedade em estado de alarme. De um momento para outro, sentimo-nos indefesos. O confinamento cristaliza esta vulnerabilidade. A adesão foi franca. Face ao perigo, encolhemo-nos e recolhemo-nos como caracóis. A pandemia, que mobiliza organizações e instituições nacionais e internacionais, configura uma calamidade pública que exige intervenção coletiva. Tudo é enorme, monstruoso, à medida de um olhar macrossociológico. Mas importa estar atento à pulsação das minudências quotidianas, senão privadas. Importa cultivar um olhar míope, microssociológico. Ver de perto o confinamento do mundo da vida, incluindo a interação, os rituais e as relações pessoais. Não é de menosprezar a ideia, entretanto vulgarizada, de um afrouxamento dos laços sociais. O reverso aponta, com a crise, para um estreitamento dos laços à escala doméstica. Se as ruas estão desertas, as casas estão atestadas. Pior do que a compressão no espaço, é a extensão no tempo. O espaço partilha-se, mais ou menos, como dantes, mas de forma permanente e sem termo certo, o que configura uma experiência inédita. A gente acomoda-se e incomoda-se. Cada membro da família negoceia os seus recantos. A cada um, o seu nicho de intimidade e restauro da identidade. Sucedem-se refúgios individuais e encruzilhadas comuns. Dia após dia, afina-se a sensibilidade à intrusão. É tempo de stress. Desconheço os efeitos deste convívio forçado prolongado. Tanto pode reforçar a coesão e a harmonia, como pode degenerar em conflito e descompensação. Duvido que Zygmunt Bauman (2006) tenha previsto o presente cenário. Um afrouxamento dos laços sociais sistemático e do tamanho do planeta. [...]

  • Open Access English
    Authors: 
    Cyrille Mathieu; Matteo Porotto; Tiago N. Figueira; Branka Horvat; Anne Moscona;
    Publisher: HAL CCSD
    Countries: France, Italy
    Project: NIH | MOLECULAR BASIS FOR PARAI... (5R29AI031971-03), ANR | ECOFECT (ANR-11-LABX-0048), ANR | Avenir L.S.E. (ANR-11-IDEX-0007), NIH | Engineering protease-resi... (5R01AI114736-04), NIH | Design of CNS-targeted pe... (5R33AI101333-04)

    International audience; Background. The emerging zoonotic paramyxovirus Nipah virus (NiV) causes severe respiratory and neurological disease inhumans, with high fatality rates. Nipah virus can be transmitted via person-to-person contact, posing a high risk for epidemic outbreaks. However, a broadly applicable approach for human NiV outbreaks in field settings is lacking.Methods. We engineered new antiviral lipopeptides and analyzed in vitro fusion inhibition to identify an optimal candidate forprophylaxis of NiV infection in the lower respiratory tract, and we assessed antiviral efficiency in 2 different animal models.Results. We show that lethal NiV infection can be prevented with lipopeptides delivered via the respiratory route in both hamsters and nonhuman primates. By targeting retention of peptides for NiV prophylaxis in the respiratory tract, we avoid its systemicdelivery in individuals who need only prevention, and thus we increase the safety of treatment and enhance utility of the intervention.Conclusions. The experiments provide a proof of concept for the use of antifusion lipopeptides for prophylaxis of lethal NiV.These results advance the goal of rational development of potent lipopeptide inhibitors with desirable pharmacokinetic and biodistribution properties and a safe effective delivery method to target NiV and other pathogenic viruses.

  • Publication . Other literature type . 2020
    Open Access Portuguese
    Authors: 
    Rabot, Jean-Martin;
    Publisher: UMinho Editora
    Country: Portugal

    As metáforas guerreiras que se insinuaram nos discursos sobre a crise da Covid requerem uma explicação sociológica, tanto mais que a presente epidemia, contrariamente às do passado, é pouco mortífera, seviciando num mundo relativamente pacificado, socialmente e economicamente "securizado". O recurso a um léxico bélico muito variado serve de mote aos poderes político-sanitários para legitimar o estado de emergência e as medidas de contenção que este implica, sufocando assim o instinto gregário do homem e o seu incomprimível desejo de socialização. Ao alvejar prioritariamente os fins de semana e as noites, o confinamento, o distanciamento social e o recolher obrigatório penalizam todas a formas de socialização e de jubilação dionisíaca que lhes são inerentes. Ao salvaguardar a todo o custo o valor-trabalho, o produtivismo dos poderes político-sanitários faz-nos pensar num slogan de antiga e má memória: "o trabalho liberta".

  • Open Access English
    Authors: 
    Françoise Schwander-Maire; Ana Querido; Tanya Cara-Nova; Maria Anjos Dixe; Djamel Aissaoui; Zaida Charepe; Derek Christie; Carlos Laranjeira;
    Publisher: Frontiers Media SA
    Country: Portugal

    BackgroundThe COVID-19 pandemic has caused overwhelming changes in individual and community daily-life, resulting from the public health measures implemented to contain it, and also from its psychological and socio-economic consequences. These shifts and consequences impacted the entire population, but some groups are more likely to be affected by these changes, including higher education students.Objectivesa) to investigate mental health status and its determinants among higher-education students in Portugal and Switzerland; and b) to explore adjustment patterns used by these students to overcome the impact of the COVID-19 pandemic.MethodsA cross-sectional study with a mixed-methods sequential explanatory design was conducted in two phases. First, an online survey was conducted among higher education students in Portugal and Switzerland, in Portuguese and French respectively. A convenience sampling method was used. Second, some participants from the first phase were invited to participate in four online focus group discussions (two in each country) using a maximum variation sampling method.ResultsThe survey was answered by 1,880 students. Portuguese students revealed higher levels of stress and anxiety, but lower depression symptoms and less resilient coping compared to Swiss respondents. Hope was identified as an explanatory variable for mental health symptoms in students from both countries. In the focus groups (n = 27), 13 adjustment strategies were found, which were subdivided into three spheres: personal, social, and contextual.ConclusionsThe results suggest that the COVID-19 pandemic had a mild to moderate impact on most of the evaluated mental health variables. Nevertheless, the students reacted and mobilized positive short-term strategies, which need to be reinforced in order to prevent long-term psychological harm. In addition, our results can inform psychosocial interventions to minimize psychological impact, anxiety, depression, and stress due to sanitary crises or other population-wide problems or disasters.

  • Open Access English
    Authors: 
    Nogueira, Paulo Jorge; Nobre, Miguel de Araújo; Nicola, Paulo Jorge Morais Zamith; Furtado, Cristina; Carneiro, António Vaz;
    Publisher: Ordem dos Médicos
    Country: Portugal

    Introdução: Desde março 2020, Portugal tem sofrido os efeitos da pandemia COVID-19. A mortalidade por todas as causas aumentou em março e abril de 2020 comparativamente a anos anteriores, mas este aumento não é explicado pelas mortes reportadas de COVID-19. O objetivo deste estudo foi analisar e considerar outros critérios para estimar o excesso de mortalidade durante a pandemia COVID-19. Material e Métodos: Utilizaram-se bases de dados públicas para estimar o excesso de mortalidade por idade e região entre 1 de março e 22 de abril, propondo níveis basais ajustados ao período de estado de emergência em vigor. Resultados: Apesar da incerteza inerente, é seguro assumir um excesso de mortalidade observada de 2400 a 4000 mortes. O excesso de mortalidade encontra-se associado aos grupos etários mais idosos (idade superior a 65 anos). Discussão: Os dados sugerem uma explicação tripartida para o excesso de mortalidade: COVID-19, COVID-19 não identificado e diminuição do acesso a cuidados de saúde. As estimativas efetuadas possuem implicações ao nível da comunicação de acções não farmacológicas, da investigação científica e dos profissionais de saúde. Conclusão: Da análise dos resultados é possível concluir que o excesso de mortalidade ocorrido entre 1 de março e 22 de abril foi 3 a 5 vezes superior ao explicado pelas mortes por COVID-19 reportadas oficialmente. Introduction: Portugal is experiencing the effects of the COVID-19 pandemic since March 2020. All-causes mortality in Portugal increased during March and April 2020 compared to previous years, but this increase is not explained by COVID-19 reported deaths. The aim of this study was to analyze and consider other criteria for estimating excessive all-cause mortality during the early COVID-19 pandemic period. Material and Methods: Public data was used to estimate excess mortality by age and region between March 1 and April 22, proposing baselines adjusted for the lockdown period. Results: Despite the inherent uncertainty, it is safe to assume an observed excess mortality of 2400 to 4000 deaths. Excess mortality was associated with older age groups (over age 65). Discussion: The data suggests a ternary explanation for early excess mortality: COVID-19, non-identified COVID-19 and decrease in access to healthcare. The estimates have implications in terms of communication of non-pharmaceutical actions, for research, and to healthcare professionals. Conclusion: The excess mortality occurred between March 1 and April 22 was 3 to 5 fold higher than what can be explained by the official COVID-19 deaths. Copyright © Ordem dos Médicos 2020

  • Publication . Article . Other literature type . 2021
    Open Access Portuguese
    Authors: 
    Ilharco, Fernando;
    Publisher: Medicina Interna

    Medicina Interna, 2020: Publicação Especial - COVID 19

  • Open Access English
    Authors: 
    G. Dias; Elisabete Arsenio; Paulo F. Ribeiro;
    Publisher: MDPI
    Country: Portugal

    Shared e-scooter systems were first introduced in 2017 and have since been spreading around the world as a sustainable mode of transport. The success of this mode is also due to new urban mobility strategies and plans, such as the European Sustainable and Smart Mobility Strategy, which relies on non-pollutant modes. To display the range of effects that can be achieved in urban mobility through the proper implementation of shared e-scooter systems, a systematic literature review and a case study were performed. It was found that this shared system can help cities with environmental issues, such as reducing air pollution, reducing inequality in access to transport, promoting money-saving, and improving mobility resilience. During the Covid-19 pandemic, shared e-scooters became a great asset in many cities worldwide, because they promote social distancing and help cities not to rely only on private cars to replace public transport rides, especially for short-distance trips. In the case study of Braga, it was found that the city still relies on shared e-scooter modes as a mobility option after the pandemic, also promoting special fares for people to start using the service. This research was funded by Fundação para a Ciência e a Tecnologia, grant number 2020.05041.BD.

  • Open Access English
    Authors: 
    Achraf Ammar; Michael Brach; Khaled Trabelsi; Hamdi Chtourou; Omar Boukhris; Liwa Masmoudi; Bassem Bouaziz; Ellen Bentlage; Daniella How; Mona A. Ahmed; +47 more
    Publisher: HAL CCSD
    Country: France

    AbstractBackgroundPublic health recommendations and governmental measures during the COVID-19 pandemic have enforced numerous restrictions on daily living including social distancing, isolation and home confinement. While these measures are imperative to abate the spreading of COVID-19, the impact of these restrictions on health behaviours and lifestyle at home is undefined. Therefore, an international online survey was launched in April 2020 in seven languages to elucidate the behavioral and lifestyle consequences of COVID-19 restrictions. This report presents the preliminary results from the first thousand responders on physical activity (PA) and nutrition behaviours.MethodsThirty-five research organisations from Europe, North-Africa, Western Asia and the Americas promoted the survey through their networks to the general society, in English, German, French, Arabic, Spanish, Portugese, and Slovenian languages. Questions were presented in a differential format with questions related to responses “before” and “during” confinement conditions.Results1047 replies (54% women) from Asia (36%), Africa (40%), Europe (21%) and other (3%) were included into a general analysis. The COVID-19 home confinement had a negative effect on all intensities of PA (vigorous, moderate, walking and overall). Conversely, daily sitting time increased from 5 to 8 hours per day. Additionally, food consumption and meal patterns (the type of food, eating out of control, snacks between meals, number of meals) were more unhealthy during confinement with only alcohol binge drink decreasing significantly.ConclusionWhile isolation is a necessary measure to protect public health, our results indicate that it alters physical activity and eating behaviours in a direction that would compromise health. A more detailed analysis of survey data will allow for a segregation of these responses in different age groups, countries and other subgroups which will help develop bespoke interventions to mitigate the negative lifestyle behaviors manifest during the COVID-19 confinement.

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  • Open Access Portuguese
    Authors: 
    Pereira, Rui Pedro Gomes; Cunha, Juliana Cascão Muniz Guedes Pinto;
    Country: Portugal

    INTRODUÇÃO: O ensino clínico em contexto de unidades de saúde familiar propicia aos estudantes o contato com enfermeiros de família, profissionais que detêm enorme proximidade com as famílias, conhecendo as suas trajetórias e transições. O vínculo, a empatia, a confiança e o respeito mútuo são indispensáveis para um relacionamento interpessoal que permita construir uma relação terapêutica eficaz. O cenário pandémico condicionou a interação entre enfermeiros e famílias, tornando-se necessário compreender quais os desafios, respostas e adaptações que emergiram desta nova realidade. OBJECTIVOS: O presente trabalho tem como o objetivo geral identificar as vivências do enfermeiro de família no seu dia-a-dia de trabalho no contexto da pandemia Covid-19, e como objetivos específicos, descrever e analisar as vivências do EF e o seu relacionamento com as famílias que acompanha face ao contexto pandémico. Nesta medida foram identificadas as respostas, perceções e experiências relatadas por parte dos profissionais face aos constrangimentos e limitações do exercício profissional aportados pelo quadro atual. METODOLOGIA: Optou-se por uma metodologia qualitativa que permitisse identificar descrever e compreender as vivências dos enfermeiros no que tange aos sentimentos experienciados durante o contexto da pandemia. O trabalho foi desenvolvido numa Unidade de Saúde Familiar (USF) situada num concelho urbano do norte de Portugal. Foi utilizada uma amostra composta por quatro EF que exercem funções nesta USF (Modelo B). A seleção da amostra baseou-se nos critérios de inclusão: a) ser enfermeiro de família; b) ter mais de 2 anos de exercício na unidade de saúde; c) disponibilidade para participar voluntariamente no estudo. A recolha de dados foi efetuada através de uma entrevista baseada num guião semiestruturado. Foi ainda elaborado um termo de consentimento livre e informado assinado pelos participantes do estudo, sendo garantido o anonimato e confidencialidade dos dados recolhidos. A análise dos dados foi realizada segundo Bardin (2011). Inicialmente foram transcritas as entrevistas após codificação, realizaram-se várias leituras das mesmas e estabeleceram-se conceitos-chave a partir das ideias que foram expressas. O período para recolha de dados foi janeiro de 2021. RESULTADOS: Participaram três enfermeiras e um enfermeiro com idades entre 36 e 50 anos, todos casados. Dois especialistas em Enfermagem de Saúde Comunitária na área de Saúde Familiar e dois com o grau de Mestre. O tempo médio de exercício profissional é de 21 anos, 14 como EF na USF. Das entrevistas emergiram as categorias: a) experiências vivenciadas e b) a comunicação interpessoal. Destacaram-se as subcategorias: medo, incerteza, insegurança, tristeza, impotência, ansiedade e cansaço que representam sentimentos negativos expressados pelos enfermeiros. Destacaram-se também as subcategorias resiliência e união da equipa como sentimentos positivos. Quanto à subcategoria organização de trabalho, os principais fatores mencionados foram: reestruturação da organização do trabalho, tempo de duração das consultas, horários, colaborações extra USF e alterações do planeamento e da acessibilidade aos cuidados por parte dos clientes e famílias. Também a comunicação interpessoal com os clientes e famílias sofreu alterações significativas no contexto pandémico, nomeadamente a comunicação terapêutica devido ao uso de EPI e aos contactos não presenciais / domiciliários. Foram estabelecidas e implementadas novas estratégias de comunicação: verbal, não verbal e à distância (digital e móvel). CONCLUSÕES: No que se refere à prática de enfermagem de família, a pandemia originou consequências significativas. Os EF relataram que tiveram de se readaptar a fim de dar resposta às necessidades dos clientes e famílias. Estes expressaram sentimentos negativos sobretudo aquando da fase inicial da pandemia, e positivos, já numa fase tardia. Contudo, o maior impacto vivenciado foi na comunicação interpessoal e relação terapêutica, nomeadamente a comunicação não verbal que foi condicionada pelo uso de máscaras e demais EPI.

  • Open Access
    Authors: 
    Gonzalez, Filipe André; Ângelo-Dias, Miguel; Martins, Catarina; Gomes, Rui; Bacariza, Jacobo; Fernandes, Antero; Borrego, Luís Miguel;
    Publisher: MDPI AG
    Country: Portugal

    Funding Information: Type of funding sources: Foundation—015_595935779—Foundation for Science and Technology (FCT), in collaboration with the Agency for Clinical Research and Biomedical Innovation (AICIB) opened special funding, “RESEARCH 4 COVID-19”, to R&D projects and initiatives that respond to the needs of the National Health Service (SNS) as a response to this and future pandemics in a very short time Horizon. Project: “Early recognition of cardiac injury associated with COVID-19 and clinical outcomes”. Background: We aimed to explore immune parameters in COVID-19 patients admitted to the intensive care unit (ICU) to identify distinctive features in patients with cardiac injury. Methods: A total of 30 COVID-19 patients >18 years admitted to the ICU were studied on days D1, D3 and D7 after admission. Cardiac function was assessed using speckle-tracking echocardiography (STE). Peripheral blood immunophenotyping, cardiac (pro-BNP; troponin) and inflammatory biomarkers were simultaneously evaluated. Results: Cardiac dysfunction (DYS) was detected by STE in 73% of patients: 40% left ventricle (LV) systolic dysfunction, 60% LV diastolic dysfunction, 37% right ventricle systolic dysfunction. High-sensitivity cardiac troponin (hs-cTn) was detectable in 43.3% of the patients with a median value of 13.00 ng/L. There were no significant differences between DYS and nDYS patients regarding mortality, organ dysfunction, cardiac (including hs-cTn) or inflammatory biomarkers. Patients with DYS showed persistently lower lymphocyte counts (median 896 [661–1837] cells/µL vs. 2141 [924–3306] cells/µL, p = 0.058), activated CD3 (median 85 [66–170] cells/µL vs. 186 [142–259] cells/µL, p = 0.047) and CD4 T cells (median 33 [28–40] cells/µL vs. 63 [48–79] cells/µL, p = 0.005), and higher effector memory T cells (TEM) at baseline (CD4%: 10.9 [6.4–19.2] vs. 5.9 [4.2–12.8], p = 0.025; CD8%: 15.7 [7.9–22.8] vs. 8.1 [7.7–13.7], p = 0.035; CD8 counts: 40 cells/µL [17–61] vs. 10 cells/µL [7–17], p = 0.011) than patients without cardiac dysfunction. Conclusion: Our study suggests an association between the immunological trait and cardiac dysfunction in severe COVID-19 patients. publishersversion published

  • Publication . Other literature type . Part of book or chapter of book . 2020
    Open Access
    Authors: 
    Albertino Gonçalves;
    Publisher: UMinho Editora
    Country: Portugal

    [Excerto] Uma epidemia global, abrupta, sem termo. O vírus não se vê, não se ouve, nem se toca, mas apodera-se de nós. Contamina a um ritmo letal de que a vida não tem memória. Apóstolos da ciência, o desconhecimento desarma-nos. A vacina e a cura encobrem-se num nevoeiro sebastiânico. O poder está em estado de alerta e a sociedade em estado de alarme. De um momento para outro, sentimo-nos indefesos. O confinamento cristaliza esta vulnerabilidade. A adesão foi franca. Face ao perigo, encolhemo-nos e recolhemo-nos como caracóis. A pandemia, que mobiliza organizações e instituições nacionais e internacionais, configura uma calamidade pública que exige intervenção coletiva. Tudo é enorme, monstruoso, à medida de um olhar macrossociológico. Mas importa estar atento à pulsação das minudências quotidianas, senão privadas. Importa cultivar um olhar míope, microssociológico. Ver de perto o confinamento do mundo da vida, incluindo a interação, os rituais e as relações pessoais. Não é de menosprezar a ideia, entretanto vulgarizada, de um afrouxamento dos laços sociais. O reverso aponta, com a crise, para um estreitamento dos laços à escala doméstica. Se as ruas estão desertas, as casas estão atestadas. Pior do que a compressão no espaço, é a extensão no tempo. O espaço partilha-se, mais ou menos, como dantes, mas de forma permanente e sem termo certo, o que configura uma experiência inédita. A gente acomoda-se e incomoda-se. Cada membro da família negoceia os seus recantos. A cada um, o seu nicho de intimidade e restauro da identidade. Sucedem-se refúgios individuais e encruzilhadas comuns. Dia após dia, afina-se a sensibilidade à intrusão. É tempo de stress. Desconheço os efeitos deste convívio forçado prolongado. Tanto pode reforçar a coesão e a harmonia, como pode degenerar em conflito e descompensação. Duvido que Zygmunt Bauman (2006) tenha previsto o presente cenário. Um afrouxamento dos laços sociais sistemático e do tamanho do planeta. [...]

  • Open Access English
    Authors: 
    Cyrille Mathieu; Matteo Porotto; Tiago N. Figueira; Branka Horvat; Anne Moscona;
    Publisher: HAL CCSD
    Countries: France, Italy
    Project: NIH | MOLECULAR BASIS FOR PARAI... (5R29AI031971-03), ANR | ECOFECT (ANR-11-LABX-0048), ANR | Avenir L.S.E. (ANR-11-IDEX-0007), NIH | Engineering protease-resi... (5R01AI114736-04), NIH | Design of CNS-targeted pe... (5R33AI101333-04)

    International audience; Background. The emerging zoonotic paramyxovirus Nipah virus (NiV) causes severe respiratory and neurological disease inhumans, with high fatality rates. Nipah virus can be transmitted via person-to-person contact, posing a high risk for epidemic outbreaks. However, a broadly applicable approach for human NiV outbreaks in field settings is lacking.Methods. We engineered new antiviral lipopeptides and analyzed in vitro fusion inhibition to identify an optimal candidate forprophylaxis of NiV infection in the lower respiratory tract, and we assessed antiviral efficiency in 2 different animal models.Results. We show that lethal NiV infection can be prevented with lipopeptides delivered via the respiratory route in both hamsters and nonhuman primates. By targeting retention of peptides for NiV prophylaxis in the respiratory tract, we avoid its systemicdelivery in individuals who need only prevention, and thus we increase the safety of treatment and enhance utility of the intervention.Conclusions. The experiments provide a proof of concept for the use of antifusion lipopeptides for prophylaxis of lethal NiV.These results advance the goal of rational development of potent lipopeptide inhibitors with desirable pharmacokinetic and biodistribution properties and a safe effective delivery method to target NiV and other pathogenic viruses.

  • Publication . Other literature type . 2020
    Open Access Portuguese
    Authors: 
    Rabot, Jean-Martin;
    Publisher: UMinho Editora
    Country: Portugal

    As metáforas guerreiras que se insinuaram nos discursos sobre a crise da Covid requerem uma explicação sociológica, tanto mais que a presente epidemia, contrariamente às do passado, é pouco mortífera, seviciando num mundo relativamente pacificado, socialmente e economicamente "securizado". O recurso a um léxico bélico muito variado serve de mote aos poderes político-sanitários para legitimar o estado de emergência e as medidas de contenção que este implica, sufocando assim o instinto gregário do homem e o seu incomprimível desejo de socialização. Ao alvejar prioritariamente os fins de semana e as noites, o confinamento, o distanciamento social e o recolher obrigatório penalizam todas a formas de socialização e de jubilação dionisíaca que lhes são inerentes. Ao salvaguardar a todo o custo o valor-trabalho, o produtivismo dos poderes político-sanitários faz-nos pensar num slogan de antiga e má memória: "o trabalho liberta".

  • Open Access English
    Authors: 
    Françoise Schwander-Maire; Ana Querido; Tanya Cara-Nova; Maria Anjos Dixe; Djamel Aissaoui; Zaida Charepe; Derek Christie; Carlos Laranjeira;
    Publisher: Frontiers Media SA
    Country: Portugal

    BackgroundThe COVID-19 pandemic has caused overwhelming changes in individual and community daily-life, resulting from the public health measures implemented to contain it, and also from its psychological and socio-economic consequences. These shifts and consequences impacted the entire population, but some groups are more likely to be affected by these changes, including higher education students.Objectivesa) to investigate mental health status and its determinants among higher-education students in Portugal and Switzerland; and b) to explore adjustment patterns used by these students to overcome the impact of the COVID-19 pandemic.MethodsA cross-sectional study with a mixed-methods sequential explanatory design was conducted in two phases. First, an online survey was conducted among higher education students in Portugal and Switzerland, in Portuguese and French respectively. A convenience sampling method was used. Second, some participants from the first phase were invited to participate in four online focus group discussions (two in each country) using a maximum variation sampling method.ResultsThe survey was answered by 1,880 students. Portuguese students revealed higher levels of stress and anxiety, but lower depression symptoms and less resilient coping compared to Swiss respondents. Hope was identified as an explanatory variable for mental health symptoms in students from both countries. In the focus groups (n = 27), 13 adjustment strategies were found, which were subdivided into three spheres: personal, social, and contextual.ConclusionsThe results suggest that the COVID-19 pandemic had a mild to moderate impact on most of the evaluated mental health variables. Nevertheless, the students reacted and mobilized positive short-term strategies, which need to be reinforced in order to prevent long-term psychological harm. In addition, our results can inform psychosocial interventions to minimize psychological impact, anxiety, depression, and stress due to sanitary crises or other population-wide problems or disasters.

  • Open Access English
    Authors: 
    Nogueira, Paulo Jorge; Nobre, Miguel de Araújo; Nicola, Paulo Jorge Morais Zamith; Furtado, Cristina; Carneiro, António Vaz;
    Publisher: Ordem dos Médicos
    Country: Portugal

    Introdução: Desde março 2020, Portugal tem sofrido os efeitos da pandemia COVID-19. A mortalidade por todas as causas aumentou em março e abril de 2020 comparativamente a anos anteriores, mas este aumento não é explicado pelas mortes reportadas de COVID-19. O objetivo deste estudo foi analisar e considerar outros critérios para estimar o excesso de mortalidade durante a pandemia COVID-19. Material e Métodos: Utilizaram-se bases de dados públicas para estimar o excesso de mortalidade por idade e região entre 1 de março e 22 de abril, propondo níveis basais ajustados ao período de estado de emergência em vigor. Resultados: Apesar da incerteza inerente, é seguro assumir um excesso de mortalidade observada de 2400 a 4000 mortes. O excesso de mortalidade encontra-se associado aos grupos etários mais idosos (idade superior a 65 anos). Discussão: Os dados sugerem uma explicação tripartida para o excesso de mortalidade: COVID-19, COVID-19 não identificado e diminuição do acesso a cuidados de saúde. As estimativas efetuadas possuem implicações ao nível da comunicação de acções não farmacológicas, da investigação científica e dos profissionais de saúde. Conclusão: Da análise dos resultados é possível concluir que o excesso de mortalidade ocorrido entre 1 de março e 22 de abril foi 3 a 5 vezes superior ao explicado pelas mortes por COVID-19 reportadas oficialmente. Introduction: Portugal is experiencing the effects of the COVID-19 pandemic since March 2020. All-causes mortality in Portugal increased during March and April 2020 compared to previous years, but this increase is not explained by COVID-19 reported deaths. The aim of this study was to analyze and consider other criteria for estimating excessive all-cause mortality during the early COVID-19 pandemic period. Material and Methods: Public data was used to estimate excess mortality by age and region between March 1 and April 22, proposing baselines adjusted for the lockdown period. Results: Despite the inherent uncertainty, it is safe to assume an observed excess mortality of 2400 to 4000 deaths. Excess mortality was associated with older age groups (over age 65). Discussion: The data suggests a ternary explanation for early excess mortality: COVID-19, non-identified COVID-19 and decrease in access to healthcare. The estimates have implications in terms of communication of non-pharmaceutical actions, for research, and to healthcare professionals. Conclusion: The excess mortality occurred between March 1 and April 22 was 3 to 5 fold higher than what can be explained by the official COVID-19 deaths. Copyright © Ordem dos Médicos 2020

  • Publication . Article . Other literature type . 2021
    Open Access Portuguese
    Authors: 
    Ilharco, Fernando;
    Publisher: Medicina Interna

    Medicina Interna, 2020: Publicação Especial - COVID 19

  • Open Access English
    Authors: 
    G. Dias; Elisabete Arsenio; Paulo F. Ribeiro;
    Publisher: MDPI
    Country: Portugal

    Shared e-scooter systems were first introduced in 2017 and have since been spreading around the world as a sustainable mode of transport. The success of this mode is also due to new urban mobility strategies and plans, such as the European Sustainable and Smart Mobility Strategy, which relies on non-pollutant modes. To display the range of effects that can be achieved in urban mobility through the proper implementation of shared e-scooter systems, a systematic literature review and a case study were performed. It was found that this shared system can help cities with environmental issues, such as reducing air pollution, reducing inequality in access to transport, promoting money-saving, and improving mobility resilience. During the Covid-19 pandemic, shared e-scooters became a great asset in many cities worldwide, because they promote social distancing and help cities not to rely only on private cars to replace public transport rides, especially for short-distance trips. In the case study of Braga, it was found that the city still relies on shared e-scooter modes as a mobility option after the pandemic, also promoting special fares for people to start using the service. This research was funded by Fundação para a Ciência e a Tecnologia, grant number 2020.05041.BD.

  • Open Access English
    Authors: 
    Achraf Ammar; Michael Brach; Khaled Trabelsi; Hamdi Chtourou; Omar Boukhris; Liwa Masmoudi; Bassem Bouaziz; Ellen Bentlage; Daniella How; Mona A. Ahmed; +47 more
    Publisher: HAL CCSD
    Country: France

    AbstractBackgroundPublic health recommendations and governmental measures during the COVID-19 pandemic have enforced numerous restrictions on daily living including social distancing, isolation and home confinement. While these measures are imperative to abate the spreading of COVID-19, the impact of these restrictions on health behaviours and lifestyle at home is undefined. Therefore, an international online survey was launched in April 2020 in seven languages to elucidate the behavioral and lifestyle consequences of COVID-19 restrictions. This report presents the preliminary results from the first thousand responders on physical activity (PA) and nutrition behaviours.MethodsThirty-five research organisations from Europe, North-Africa, Western Asia and the Americas promoted the survey through their networks to the general society, in English, German, French, Arabic, Spanish, Portugese, and Slovenian languages. Questions were presented in a differential format with questions related to responses “before” and “during” confinement conditions.Results1047 replies (54% women) from Asia (36%), Africa (40%), Europe (21%) and other (3%) were included into a general analysis. The COVID-19 home confinement had a negative effect on all intensities of PA (vigorous, moderate, walking and overall). Conversely, daily sitting time increased from 5 to 8 hours per day. Additionally, food consumption and meal patterns (the type of food, eating out of control, snacks between meals, number of meals) were more unhealthy during confinement with only alcohol binge drink decreasing significantly.ConclusionWhile isolation is a necessary measure to protect public health, our results indicate that it alters physical activity and eating behaviours in a direction that would compromise health. A more detailed analysis of survey data will allow for a segregation of these responses in different age groups, countries and other subgroups which will help develop bespoke interventions to mitigate the negative lifestyle behaviors manifest during the COVID-19 confinement.